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ONGs e empresas trabalham para resgatar animais sem lar em Minas Gerais

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De acordo com Sara Hatem, Praia Clube está construindo gatil (Foto: Cleiton Borges)
De acordo com Sara Hatem, Praia Clube está construindo gatil (Foto: Cleiton Borges)

Com o intuito de retirar os gatos e cães da rua e encaminhar para a adoção responsável, protetores independentes e ONGs têm atuado em diversos pontos da cidade, buscando animais e os colocando em abrigos. É o caso da ONG Bicho 100 Grilo, que existe desde 2010 na cidade e resgata diversos animais, na maioria, felinos. “Temos 180 gatos, que chegam de diversas formas, principalmente, porque são abandonados e maltratados. Infelizmente, eles ainda são vítimas de preconceitos e acabam sendo mais abandonados e, consequentemente, menos adotados que cachorros”, afirmou a presidente da ONG, Maria Aparecida dos Anjos.

A estudante Lorrayne Keronlayne Costa ajuda a cuidar e alimentar os gatos que vê no Parque do Sabiá e em outras localidades da cidade. “Adotei vários do parque. Atualmente, tenho 23 felinos, sete cachorros e algumas galinhas em casa. Mas faço isso porque gosto dos animais. Os filhotes que aparecem eu tiro foto e tento encaminhar para a adoção. Já os adultos são mais difíceis de serem adotados. Se deixá-los soltos, morrem, muita gente maltrata”, disse.

Praia Clube cria espaço para acolher felinos

Com o objetivo de garantir o bem-estar de felinos nas imediações e no interior do Praia Clube, a direção do estabelecimento decidiu construir um gatil aberto, com água e comida à disposição para os animais. A ideia surgiu depois que eles foram identificados vivendo no local, segundo a gerente de Meio Ambiente e Conservação do Praia, Sara Hatem. “No início do processo, foi estimada uma população de cerca de 80 gatos e, entre abril e junho de 2016, foram capturados e cadastrados 39 felinos, sendo 29 encaminhados para uma ONG e 10 retornaram para o Praia”, disse.

Segundo ela, a intenção é manter a população de gatos na área do clube para evitar que venham novos animais não vacinados, não vermifugados e não castrados. “Queremos acostumá-los no gatil para que não fiquem transitando nos locais de alimentação dos associados, principalmente, nos restaurantes. A intenção não é confinar os animais, pois eles acabariam morrendo. Mas atender às necessidades básicas desses felinos. A obra já está em fase de conclusão”, afirmou Sara Hatem.

Fonte: Correio de Uberlândia

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