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Cinco casos em que animais foram assassinados em zoos por culpa de humanos

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

Somente nos primeiros dias de maio, um gorila e dois leões foram mortos depois que os humanos entraram em suas jaulas, em zoológicos.

A revolta do público em relação a esses casos continua a crescer como é esperado, porém essas tragédias não são inéditas e na maioria das vezes podem ser evitadas.

O Care2 reuniu cinco casos nos quais os animais foram mortos em zoológicos devido a falhas de segurança, provando que são péssimos ambientes para os animais e colocam suas vidas em risco constantemente, além de toda exploração e sofrimento do cárcere.

Gorila Harambe ,em Cincinatti em maio de 2016

Os gorilas da planície ocidental estão seriamente ameaçados de extinção e agora o assassinato do gorila Harambe, que tentou proteger um menino de quatro anos que caiu em seu recinto, diminuiu ainda mais a população da espécie.

Especialistas como Jane Goodall confirmam que Harambe estava tentando proteger o menino, mas os funcionários do zoológico preferiram condená-lo à morte sem ter cometido nenhum crime.

Leões em Santiago, em maio de 2016

Apenas seis dias antes do assassinato de Harambe, um casal de leões foi morto a tiros em um zoológico na capital do Chile depois que um homem suicida entrou na sua jaula, tirou as roupas e começou a insultar os animais.

Quando os leões começaram a arrastá-lo, eles foram mortos. Em um comunicado, funcionários do zoológico disseram que a “ação incompreensível” de matar os leões era “profundamente dolorosa”.

Os leões ainda estariam vivo se houvesse barreiras mais seguras ou se essas prisões denominadas zoológicos fossem extintas.

Cão pintado africano, em Pittsburgh, em 2012

Um menino de dois anos, portador de deficiência visual, caiu na jaula de cães pintados africanos e infelizmente foi morto pelos animais.

Alguns dos cães foram mortos a tiros após o acidente.

Mais tarde, a mãe do menino entrou com um processo contra o zoo. Os cães pintados africanos restantes foram transferidos para outros zoológicos.

Tatiana, o tigre siberiano, em São Francisco, dezembro de 2007

Tatiana era um tigre siberiano de quatro anos de idade, uma espécie que também está criticamente ameaçada.

No natal de 2007, um grupo de jovens atirou pedras e urrou para ela, que conseguiu saltar para fora da jaula no zoológico de São Francisco e matar um deles. Ela foi morta a tiros por policiais.

Uma investigação revelou que as paredes das jaulas dos tigres não possuíam a altura necessária de acordo com os padrões de segurança federais. Depois de ser multado uma vez pelo USDA, o zoológico instalou um novo muro.

Dois ursos polares em Prospect Park, maio de 1987

Em uma noite de maio de 1987, um grupo de meninos conseguiu entrar no zoológico Prospect Park, no Brooklyn, e um menino de 11 anos escalou uma cerca e entrou no mesmo local em que ficavam os ursos polares.

Ele pensou que poderia dar um mergulho no fosso enquanto os ursos dormiam. Policiais encontraram dois ursos polares com os restos do menino e mataram os animais.

Conhecidos como Teddy e Lucy, os ursos sempre foram bem-comportados, disse a superintendente do zoológico Pat Spina ao New York Times.

Classificado como um dos 10 piores zoológicos do país, na época, o Prospect Park fechou no ano seguinte. Ao longo dos cinco anos seguintes, a maior parte do zoológico foi demolida e reconstruída.

Ele foi reaberto em 1993 como Centro de Conservação da Vida Selvagem Prospect Park, com barreiras de segurança para evitar futuras tragédias.

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