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Ativistas se revoltam com sumiço de doações à instituição que combate o consumo de cães

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Mirror
Reprodução/Mirror

É uma pergunta justa que merece uma resposta. O que uma instituição de caridade do Reino Unido que pretende lutar contra o comércio de carne de cachorro tem feito com as doações recebidas?

Porém, em vez de respostas razoáveis, ativistas pelos direitos animais que levantaram o questionamento tem se deparado com um abuso online chocante, diz o Mirror.

No centro desta controvérsia, está a instituição Proteção Mundial Para Cães e Gatos do Comércio de Carne, mais conhecida simplesmente como “Não à Carne de Cachorros”.

No início deste ano, o grupo lançou um apelo para arrecadar fundos para salvar os animais destinados ao famoso festival de carne de cachorro Yulin na China.

Segundo o grupo, o dinheiro seria enviado para a professora aposentada Yang Xiaoyun cujos esforços para salvar cães chamaram atenção em todo o mundo.

Mais de 80 mil libras foram arrecadadas, mas apenas cerca de 10 mil foram enviadas a Yang.

Entre os interessados na polêmica está o acadêmico da Universidade Keele e escritor Daniel Allen, que perguntou o que aconteceu com o restante do dinheiro.

“Isso começou minha experiência pessoal de abuso online”, disse ele.

Um usuário do Facebook fez represálias: “Eu tenho um blog e também posso aparecer no seu local de trabalho e denunciá-lo por trazer descrédito à Universidade Keele “.

Allen, entretanto, afirma que o órgão não pode desviar as doações para algum outro propósito: “Legalmente, se esse dinheiro não for para Yang, ele deve ser devolvido aos doadores” .

O caso de Allen não é exclusivo. O ator Peter Egan, da série Downton Abbey, , tem sido um defensor apaixonado pelos animais há muitos anos.

Um grupo online anônimo perguntou se ele apoiava o “Não à Carne de Cachorros”. “Eu disse que não apoio ou confio nesse grupo”, respondeu Peter, que descreveu a instituição como “um grupo de protesto bastante decrépito”.

Quando a reportagem entrou em contato com o grupo, Joanne, uma voluntária, alegou que o grupo parou de enviar dinheiro à senhora Yang porque ela não tinha usado para salvar os animais e estava “ligada à máfia da carne de cachorro”.

Alegações semelhantes foram repetidas pela diretora-executivo da instituição, Julia de Cadenet, que também falou que tem ocorrido uma “campanha de ódio liderada por vários trolls cibernéticos conhecidos”.

O grupo diz que tem consultado advogados.

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