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Piracicaba (SP) tem histórico de violência contra animais

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Não é a primeira vez que Piracicaba protagoniza atos bárbaros de violência contra animais. Em 2011, um cão da raça Rottweiler que se chamava Lobo morreu depois de ter sido arrastado por seis quarteirões, amarrado ao carro do seu tutor. O caso ganhou repercussão nacional, o que desencadeou uma campanha para a aprovação da Lei Lobo, mas o Congresso Nacional não deu andamento ao projeto.

No mesmo ano, um homem jogou uma retroescavadeira em cima de um cão que perdeu uma das patas. O animal sobreviveu e foi adotado. Em 2014, um cavalo com sinais de maus tratos morreu em um cruzamento no Jardim Oriente. Ainda em 2014, o Cemitério da Saudade foi o cenário de várias dezenas de ataques contra felinos abandonados, o que resultou na morte de pelo menos 38 gatos em um espaço de um mês e meio.

Em dezembro do mesmo ano, um cão foi encontrado enforcado em uma árvore no bairro Higienópolis. Dias depois um entregador de móveis espancou até a morte um cão de pequeno porte enquanto fazia entrega em uma casa.

Fonte: Jornal de Piracicaba

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