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Universidade da Austrália usa animais vivos para treinamento

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Artigo: PETA (Tradução: Dhamirah Hashim/ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais)

Porcos-pesquisa-medica

Apesar da disponibilidade de simuladores de pacientes mais humanos e educacionalmente superiores, a Royal Australasian College of Surgeons (RACS) continua a cortar buracos nas gargantas, peitos e membros de animais vivos em um curso de treinamento cirúrgico que é oferecido em toda a Austrália e Nova Zelândia. Este curso é parte de um programa de treinamento EMST oferecido internacionalmente, e a maioria dos outros países que a ensinam passaram a usar simuladores humanos de alta tecnologia. Estes simuladores foram aprovadas desde 2001 como um substituto completo para o uso de animais no curso. Alguns cursos na Austrália já estão usando a simulação, em vez de animais, mas a maioria está ficando para trás.

Ao contrário dos animais, simuladores realistas replicam com precisão a anatomia e fisiologia humana e são reutilizáveis ​​e compartilháveis. Eles também são mais rentáveis do que o uso de animais. Estudos militares e civis descobriram que esses métodos equipam melhor os formandos com as habilidades cirúrgicas e preparação psicológica necessárias para o tratamento de lesões traumáticas.

Os simuladores para esse treinamento são tão eficazes que a força militar dos EUA recentemente proibiu o uso de animais em seu treinamento equivalente ao EMST, afirmando que “alternativas de simulação adequadas podem substituir o uso de animais vivos.” O ministro adjunto para a defesa da Austrália prometeu que os militares também iriam parar de usar animais em treinamentos EMST, logo que a RACS, que oferece o treinamento, mude para métodos de treinamento não-animais.

Continuar a mutilar e matar animais para estes cursos de treinamento de traumas é extremamente cruel e arcaico, bem como uma violação das orientações do Conselho Nacional de Saúde e Pesquisa Médica, que afirmam que “métodos que não envolvem animais devem ser adotados sempre que possível.”

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

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