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Caminhoneiro recupera cadela perdida durante sequestro em São Vicente (SP)

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Penélope havia sumido no dia 13 de janeiro
Penélope havia sumido no dia 13 de janeiro

Após 15 dias de sofrimento, o caminhoneiro Hélio Vicente de Carvalho reencontrou sua cadela Penélope. O animal foi encontrado por um rapaz no último dia 28, em frente à um supermercado no Jardim Independência, São Vicente.

No dia 13 de janeiro, o motorista teve seu caminhão e carga roubados próximo ao Viaduto da Alemoa, em Santos, e ainda sofreu um sequestro-relâmpago, que durou quase 16 horas. Após ser liberado, ele retornou ao local do crime para procurar sua companheira, que havia fugido com a chegada dos ladrões. Porém, ela já havia desaparecido.

O caminhoneiro mora em Matão, cidade interior do Estado, mas voltou a Santos para procurar a cadela. “Eu fui pra Matão e voltei algumas vezes. Eu dormia na casa de uma amiga em Praia Grande, para poder continuar procurando”. Todos os dias Hélio saía de Praia Grande e vinha para Santos, a fim de continuar as buscas.

Até que no último dia 28 ele já tinha perdido todas as esperanças de reencontrar Penélope e decidiu voltar de vez para Matão. “Bem na hora que eu estava fechando a casa me ligaram, dizendo que haviam encontrado a Penélope. Foi por Deus mesmo”. Ele então foi para São Vicente, pegar sua cadela.

Segundo Hélio, enquanto estava no portão conversando com o rapaz, sua companheira de quatro patas ouviu sua voz e começou a chorar e latir. “Foi muito emocionante, fiquei muito feliz de encontrá-la. Eu e minha família estávamos com muita saudade”.

Apesar do homem que a encontrou ter pagado uma cirurgia de hérnia para a cachorra e custeado os remédios prescritos por um veterinário, ele não aceitou o dinheiro do caminhoneiro. “Eu tentei dar uma recompensa, pagar a cirurgia, mas ele não aceitou, disse que e a um prazer ajudar. Ainda existe gente boa no mundo”.

Fonte: A Tribuna

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  1. “Ainda existe, sim, gente boa no mundo”, Hélio, um é você que não desistiu de procurar pela sua amiga e o outro é o homem que a resgatou e pagou pelo seu tratamento, sem nada aceitar em troca, a não ser a recompensa de ter sido útil. Penélope teve sorte.

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