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Casal produz cadeiras de rodas para cachorras paraplégicas no RS

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Reprodução
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Um casal mudou o destino de duas cachorrinhas que, depois de anos, voltaram a caminhar, correr e se divertir. Moradores de Pelotas, na Região Sul do Rio Grande do Sul, Jaime Andrade e Silvana Toneta adotaram Fifi e Shakira, que haviam sido abandonadas pelos antigos donos após serem atropeladas e perderem o movimento das patas traseiras.

Para que a dupla pudesse voltar a ter uma vida normal, Jaime produziu com as próprias mãos uma cadeira de rodas para Fifi. “Eu comprei o material usado e fui fabricar a cadeirinha para ela. A gente acabou se apaixonando mesmo e acabamos adotando ela, que veio morar com a gente”, explica o técnico mecânico.

Além de Fifi e Shakira, Jaime e Silvana cuidam de outros seis cachorros e garantem que todo o amor que dedicam aos cãezinhos é recebido de volta.

“A gente recebe tanto amor deles que vale muito a pena tudo isso. Então a gente sacrifica um pouco da nossa vida para ajudar eles, que precisam tanto. Não podemos negar isso, né? Eles precisam da gente e, com certeza, vamos ajudar sempre que pudermos”, afirma Silvana.

A história das cachorrinhas ganhou até página nas redes sociais. Quem faz as publicações é Adriana Menezes, outra apaixonada por cães. Nas fotos e vídeos compartilhados nas redes, dá para ver que, mesmo com dificuldades, os animais conseguem superar a deficiência e ter uma rotina normal.

“A gratidão que eles têm por esse carinho e atenção que damos para eles é muito importante. A página mostra também vídeos emocionantes de outros cachorrinhos para os quais Jaime faz a cadeirinha. Buscamos passar bastante informação sobre os cuidados com esses cachorros especiais, a página está aí para isso, para mostrar como vale a pena ter um cachorrinho especial”, afirma a curadora da página.

O resultado de toda essa dedicação pode ser visto na alegria de Fifi e Shakira, que parecem nem lembrar mais das dificuldades pelas quais passaram. “A gente se sente muito bem, é um sentimento de dever cumprido, vamos dizer assim. É muito bom mesmo”, afirma Silvana.

Fonte: G1

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