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Égua jogada na rua para morrer é resgatada em Valinhos (SP)

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Marynes Silva Égua sofreu hemorragia quando a veia foi puncionada
Marynes Silva
Égua sofreu hemorragia quando a veia foi puncionada

Uma égua que foi largada para morrer em uma rua sem saída em Valinhos conseguiu ser resgatada na noite de quarta-feira (25) pela protetora de animais de Campinas, Marynes Silva, que inconformada com a situação do animal agonizando, resolveu fazer alguma coisa para tentar salvá-lo. O resgate começou às 17h e levou cerca de cinco horas.

O animal ganhou o nome de Vitória e chegou a um lar temporário por volta da 0h. Dormiu em um curral e começou um longo processo de recuperação nesta quinta (26), quando foram realizados exames e aplicados mais medicamentos.

Reprodução
Reprodução

O resgate

A protetora chegou à rua do Jardim São Marcos depois de ver vários pedidos pedidos de ajuda pelo Facebook.

“Ela estava jogada no asfalto, muito, muito debilitada, com muitos ferimentos, esquelética e lotada de carrapatos”, conta a protetora, que conseguiu, com a ajuda do filho, Guilherme Ferrari, arrastar o animal para a grama.

Do local, Marynes chamou, por conta própria, um caminhão para fazer o transporte até uma chácara em Valinhos – cedida por outro protetor como lar temporário. Esse caminhão, entretanto, não conseguiu recolher o equino, e um outro veículo, com guincho, teve que ser acionado.

Nesse meio tempo, o médico-veterinário Luciano Pereira, de Valinhos, foi até o local e, devido à gravidade do caso, teve que começar a atender a égua na rua mesmo.

“Quando ele puncionou a veia para dar os analgésicos e o soro – porque ela não parava em pé -, Vitória começou a ter hemorragia. E, essa hora foi desesperadora porque achamos que iríamos perdê-la. Foi muito, muito difícil. Muito, muito sofrido, mas, no fim, deu tudo certo, graças a Deus”, conta Marynes.

“Agora, precisamos de auxílio com alfafa, ração, soro glicosado, bactrovet e repelentes. Toda ajuda é bem vinda”, pontua a protetora, que ressaltou a ajuda de voluntários, que foram ao local. “Todo mundo foi muito solidário”.

Foto: Marynes Silva
Foto: Marynes Silva

Quem quiser e puder ajudar pode entregar as doações no n° 94 da rua Brasiliano Previtalle, na Vila Colega, em Valinhos; pode entrar em contato pelo telefone (19) 38290611; ou pode contatar Marynes pelo WhatsApp (19) 992705779.

Fonte: Correio Popular

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  1. O que mais me indigna é estes correceiros que usam e abusam dos animais até ficarem debilitados, daí esses covardes abandonam os.pobres animais à própria sorte, mais Deus tá vendo e aqui se faz aqui se paga.

  2. Meus parabéns á Maryne e á todos os que ajudaram.

    Uma crueldade fazer isso com esta eguá.

    No mínimo, usaram até onde puderam, quando ela não serviu mais, abandonaram-na, sem pensar 02 vezes!

    Que Deus abençoe esta equipe e todos os que ajudaram.

  3. Verdade celina concordo com vc, esses carroceiros usam e abusam do animal e depois simplesmente jogam fora, são uns covardes e que merecem cadeia, e que nem um cavalo sirva de objeto pra eles e que proíbam o uso do animal pra qualquer tipo de serviço…….tem que ter punição só assim vão aprender!

  4. Este animal e oque mais sofre neste mundo trabalha arduamente sem o minimo de respeito e recompensa com dor, doente,mas esta ali servindo seu dono para ganhar seu sustento e ao final do dia nao tem uma refeição digna e passam muita sede, qndo chega a velhice são descartados sem a minima compaixão,,,,,,,,,,,,mas acredito em uma LEi a LEI DO RETORNO e que esta seja implacavel cpm pessoas que fazem isso neste mundo.

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