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Grupo de proteção animal faz bazar solidário e lança campanha em RR

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Bazar ocorre periodicamente e dispõe de roupas, calçados e acessórios novos e usados doados por voluntários (Foto: Neidiana Oliveira/G1)
Bazar ocorre periodicamente e dispõe de roupas,
calçados e acessórios novos e usados doados
por voluntários (Foto: Neidiana Oliveira/G1)

Para custear gastos com alimentação, remédios, moradia, tratamentos e serviços assistenciais a animais abandonados ou com a saúde debilitada, voluntários do Grupo de Proteção de Animais de Rua de Roraima (Gpar) realizam um bazar solidário. O evento será neste sábado (3), a apartir das 9h, em uma clínica localizada na Avenida Ataíde Teive, bairro Mecejana, zona Oeste de Boa Vista. Na ocasião, terá o lançamento da campanha ‘AUpadrinhe, seja um dindo legal!’.

De acordo com a coordenadora do Gpar Sílvia Lira, o bazar acontece periodicamente com o intuito de arrecadar fundos para pagarmos as despesas nas clínicas veterinárias que atendem os animais do lar, castrar cadelas e ajudar mais animais abandonados. “O trabalho é feito por voluntários, que dispõem de seu tempo e recursos para custear as despesas com os animais”, disse.

O bazar comercializa roupas, sapatos e diversos acessórios com preços acessíveis. “Os materiais novos e semi-novos são fruto de doações de voluntários, que ajudam com o que podem no trabalho de proteção de animais”, disse Sílvia, informando que uma campanha de adoção será lançada durante a programação.

“Vamos aproveitar o bazar para fazermos o lançamento da campanha ‘AUpadrinhe, seja um dindo legal!’. A iniciativa busca estimular a adoção de animais ou o apadrinhamento de um dos 22 animais que estão aos cuidados do lar. A pessoa interessada em ajudar um animal tem que ter mais de 18 anos, passar por um entrevista e caso queira adotar, deverá assinar um termo de responsabilidade”, explicou a coordenadora do Gpar.

Ainda segundo ela, a campanha também incentiva o apadrinhamento dos bichinhos. “Caso a pessoa não queira adotar, por falta de tempo ou espaço, pode ajudar com os custos de alimentação, vacinas, medicamentos e demais despesas, além de poder ir dar carinho e atenção ao animal escolhido”, comentou Sílvia, acrescentando que o trabalho não tem fins lucrativos e é mantido por meio de doações de voluntários.

Fonte: G1

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