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Protetores pedem ajuda da população no cuidado com os animais abandonados

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Penélope foi adotada depois de passar pelo protetores/ Foto: Divulgação Protetores
Penélope foi adotada depois de passar pelo protetores/ Foto: Divulgação Protetores

Sete Lagoas está sofrendo com o alto número de animais abandonados nas ruas. Um velho ditado já dizia que os animais são os melhores amigos do homem, mas por aqui a recíproca nem sempre é verdadeira. Não é preciso andar muito para encontrar cachorros ou gatos abandonados, sofrendo maus-tratos e até deficientes.

Pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde, estima que no Brasil existam mais de 30 milhões de animais abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Mas, para reforçar que ainda existem pessoas preocupadas em ajudar esses animais existe na cidade os protetores, como exemplo “Vida Animal”, “Anjos da Guarda” e “Adotar”. Os grupos trabalham por conta própria e precisam promover rifas e campanhas de arrecadação nas redes sociais para manter o tratamento e cuidado com os animais.

Os protetores muitas vezes acabam levando os animais para casa é só depois de serem castrados são levados para as feiras de adoção. A cadela Penélope foi uma das muitas já resgatadas pelas protetoras Denise Hebach e Emanuelle Xavier.

Penélope foi encontrada infestada de carrapatos, anêmica e pesando apenas 2,7 quilos, perto da Lagoa da Boa Vista. Depois de passar pelos devidos cuidados ela passou para 4,1 quilos e foi adotada.

Chicão, atropelado e em situação crítica até hoje, dependendo de remédios e cirurgia/ Foto: Divulgação Protetores
Chicão, atropelado e em situação crítica até hoje, dependendo de remédios e cirurgia/ Foto: Divulgação Protetores

Mas nem sempre é fácil conseguir pagar o tratamento, ou na maioria das vezes como ressaltam. “Os custos de tratar cães atropelados é altíssimo, podendo ultrapassar facilmente R$ 2 mil”, contou o simpatizante da causa Felipe Dantas.

De acordo com Felipe, os animais atropelados quando resgatados, podem passar o resto da vida imóveis ou paralíticos. “A recuperação é dificílima, pois geralmente são fraturas graves. Ficam condenados a permanecer imóveis, ou somente arrastando, em alguns casos. Em outros, faz-se necessário o uso de cadeira de rodas, que também é objeto caro”, explicou.

E o mais interessante é a dedicação dos protetores, eles resgatam os animais, fazem campanhas pedindo doações, cuidam, castram e promovem feiras de adoção sem nenhum custo para o adotante. “Parece mentira, que alguém faça isso num País como o nosso, mas é realidade”, enfatizou Felipe.

Os protetores pedem o apoio da comunidade com doações de rações, remédios e lar temporário. Enfatizam também que quando presenciar atropelamento, o cidadão deve anotar a placa do veículo do agressor e as características gerais, para futuro ressarcimento e responsabilização, visto que abandono nessas circunstâncias é crime.

Por último pedem encarecidamente que os donos providenciem a castração de seus animais domésticos o quanto antes, evitando proliferação indesejada e irresponsável.

Interessados em ajudar podem entrar em contato através das redes sociais:Grupo Vida Animal e Anjos da Guarda

Fonte: Sete Lagoas

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