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Neafa garante que provará inocência de diretores indiciados por delegada

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Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa). Foto: Divulgação
Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa). Foto: Divulgação

Em nota, o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA) garante que vai provar o envenenamento de animais que estavam abrigados em sua sede não foi responsabilidade de seus diretores. A ONG também afirmou que se manteve em silêncio para não atrapalhar a ação dos órgãos de investigação do caso.Quatro diretores foram indiciados pela delegada Talita de Aquino, cujo inquérito foi encaminhado à Justiça no último dia 31 de agosto.

O Neafa também defendeu que o inquérito não significa prova e que “reflete apenas uma conclusão unilateral, uma vez que os indiciados ainda não tiveram ainda a oportunidade de defesa. Agora, diante da Justiça alagoana”.

Até mesmo a quantidade de animais envenenados é questionada pela ONG. Segunda ela, foram alguns e não dezenas, “como se propala maldosamente”.

Os quatro diretores do Neafa apontados pela Polícia Civil como responsáveis pelos envenamentos de 12 cães em dezembro de 2014 são: Erivaldo Emídio da Silva, gerente do Neafa, e Pallova Weumanny Mendes da Costa, tesoureira da ONG, pelo crime de maus-tratos. o fundador e curador Ismar Malta Gatto e seu filho, Davi Nogueira Gatto, foram indiciados pelo crime de Perigo Abstrato para a Saúde Pública e o Meio Ambiente, por causa da manutenção do cemitério clandestino na casa onde funciona a organização.

Leia abaixo a íntegra na nota do Neafa

NOTA SOBRE AS RECENTES PUBLICAÇÕES RELACIONADAS A CONDUTA DO NEAFA

O Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (NEAFA), para desespero de alguns mal-intencionados, vem mantendo silêncio a respeito das injustas acusações de pessoas inescrupulosas, que têm tentado, graças a Deus sem sucesso, desqualificar o contínuo labor da Instituição que trabalha em favor da causa animal no Estado de Alagoas. O silêncio tem sido estratégico. Cumpria não atrapalhar o trabalho dos órgãos competentes, bem como saber a extensão da maledicência. Pacientemente aguardamos o esgotamento do veneno destilado pelos difamadores. Agora que a investigação policial foi encerrada, e o Inquérito encaminhado ao Ministério Público, a Justiça, finalmente iniciar-se-á a fase do contraditório, quando o NEAFA provará, e disso não temos dúvidas, que o envenenamento de alguns animais – não foram dezenas como se propala maldosamente – não foi produzido por seus gestores, sempre prontos a dedicar os melhores cuidados aos caninos e felinos que estão sob sua guarda. Uma palavra final: o inquérito é uma peça pré-processual, que não condena nem absolve ninguém. Não tem caráter definitivo, portanto. Reflete apenas uma conclusão unilateral, uma vez que os indiciados ainda não tiveram ainda a oportunidade de defesa. Agora, diante da Justiça alagoana, o NEAFA apresentará as suas provas de que os animais envenenados foram vítimas de terceiros, até então desconhecidos, e que o subsolo de seu terreno não sofreu qualquer contaminação poluente. Ademais, mais uma vez ficará acessível o que é sabido por todos: o NEAFA é uma instituição privada, sem fins lucrativos, e não recebe qualquer ajuda financeira de órgãos públicos, sendo mantida pelo conhecido médico, o Dr. Ismar Malta Gatto. Ele que generosamente tem lutado para a continuidade do projeto juntamente com sua família e o apoio de doadores privados e espontâneos.

Equipe Neafa

O caso
Em dezembro de 2014, 12 cães foram encontrados mortos por envenenamento dentro da casa onde funciona o Neafa. À época, a assessoria de comunicação da ONG alegou que pedaços de carne estragados teriam sido atirados de fora para dentro do imóvel, contaminando mais de 70 cães e gatos que estavam sob os cuidados da instituição.

Em fevereiro deste ano, uma coletiva foi convocada pelo Neafa, onde um advogado e uma médica veterinária negaram a realização de qualquer ação de maus-tratos com os animais. O motivo da entrevista coletiva foi a denúncia de uma ex-funcionária sobre esse tipo de prática dentro da ONG.

No dia 8 de agosto, ficou constatada, segundo a PC, a existência de um cemitério de animais clandestino dentro do imóvel onde funciona o Neafa. “Por meio da análise detalhada de ossos e até mesmo carcaças inteiras, algumas ainda apresentando couro e pelo, a perita identificou que se tratavam de cães e gatos que vinham sendo enterrados há muito tempo no local de forma irregular”, diz um texto divulgado pela PC.

Fonte: Tribuna Independente.

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