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Cadela é acorrentada e abandonada em ponto de ônibus de Timóteo (MG)

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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma cadela sem raça definida (SRD) foi acorrentada a um ponto de ônibus no bairro Funcionários, em Timóteo, no Vale do Aço, e abandonada. Voluntárias na causa de proteção dos animais que colaboram com a ONG Meu Amigo Cão resgataram a cachorrinha no final da tarde de quarta-feira (29) e a encaminharam a uma clínica da região, onde permanece a espera de um lar temporário. Outros animais resgatados em situação semelhante também estão disponíveis para adoção.

Ninguém sabe quando ela foi abandonada e nem por quem. Segundo a ativista em defesa dos animais, Kenya Azevedo, mesmo sob a vigência da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605) em vigor desde 1998, ainda são comuns os crimes de abandono e maus tratos de animais. “A impunidade perpetua a ação maldosa e irresponsável de cidadãos menos avisados. Cabe à população denunciar e fotografar estes crimes”, avisa.

Embora não apresentasse ferimentos ou estar doente, a cachorra estava agressiva e só permitiu o resgate após ser alimentada. “O que dizer de uma pessoa que comete atitudes desumanas e de tamanha falta de civilidade no tratamento de um animal doméstico? Não é um lixo. É um ser vivo, que muitas vezes é tratado com muita ignorância. Neste caso, o animal é fruto da incompreensão e da falta de inteligência de alguns seres desumanos”, reforça.

Azevedo tem oito cães resgatados nas ruas em sua casa. O vice presidente da ONG Arca Brasil que atua no Vale do Aço, João Francisco Ferro, lembra que os protetores são apenas voluntários e a população precisa se conscientizar das suas responsabilidades. “Não falta dinheiro para a corrupção, mas faltam verbas modestas que permitiriam dar continuidade a trabalhos importantes”.

Os interessados em adotar a cachorrinha apelidada de Marrom ou outros acolhidos pela entidade podem enviar e-mail para meuamigocaoipatinga@hotmail.com ou acessar o Facebook do Meu Amigo Cão.

Fonte: Hoje em Dia

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  1. O olhar desse animal, de medo, de “O que doi que eu fiz?” de ” o que vai cacontecer comigo?” de “O que foi isso?” é impossível de não ver. Não vê, quem não quer ver.

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