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Instituto reabilita pinguins resgatados na orla de Salvador (BA)

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Animais são postos em piscina após se alimentar
Animais são postos em piscina após se alimentar

Cinco pinguins encontrados nas praias da Ribeira, de Piatã e no Porto da Barra de Salvador, durante as duas últimas semanas, estão passando por tratamento de reabilitação no Instituto Mamíferos Aquáticos (IMA).

Segundo Joana Ikeda, veterinária do instituto, os animais, que têm como habitat a Patagônia da Argentina e do Chile, chegaram nas praias baianas por um erro de rota.

“É comum a migração nesta época, devido à escassez de comida. Os cardumes que eles comem deslocam-se para o norte do continente e eles vêm atrás. Como eles ainda não são adultos, não são experientes e acabam se perdendo das correntes”, explicou a veterinária.

No IMA, os pinguins passam por um processo de aquecimento e hidratação até que a temperatura do corpo retorne ao normal. Após o aquecimento, os animais voltam a se alimentar e são postos numa piscina, onde é realizada a impermeabilização das penas.

Dos cinco pinguins resgatados, três já se encontram na piscina do instituto, com melhores condições. Os outros dois ainda passam por recuperação especial.

Após a reabilitação, os animais são despachados no Espírito Santo ou Rio Grande do Sul, regiões onde estes animais surgem com mais frequência.

Tartarugas

Duas tartarugas marinhas foram encontradas mortas na praia de Amaralina, na manhã de quarta-feira, 29. Segundo um pescador que se identificou como Malibu, a situação tem ocorrido de forma recorrente porque muitas pessoas da Pituba têm ido pescar, com frequência, em Amaralina.

O projeto Tamar informou que não é recomendado pescar em áreas que são próximas de corais, porque estes são locais a que os animais costumam ir para se alimentar.

“As tartarugas respiram pelo pulmão e é necessário que levantem a cabeça fora da água para puxar o ar. Presas nas redes, muitas acabam morrendo porque só conseguem ficar até 4h sem respirar” informou Mariana Gandu, bióloga da base do Tamar em Arembepe.

Fonte: A Tarde

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