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Estrutura do canil de Juiz de Fora (MG) passa por ampliação

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Primeira fase das obras do canil municipal está orçada em R$ 45 mil (Foto: Demlurb/Divulgação)
Primeira fase das obras do canil municipal está
orçada em R$ 45 mil (Foto: Demlurb/Divulgação)

A estrutura do canil de Juiz de Fora passa por obras e, com elas, uma ampliação que deve gerar mais qualidade aos animais abrigados no local. Entre os projetos em andamento, segundo a direção do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (Demlurb), estão o “Parcão” – espaço de lazer e convivência exclusivo para o canil, e o início das obras do gatil.

Atualmente, o local abriga abriga 450 cães, a lotação máxima do local. O orçamento para a primeira etapa das obras é estimado em cerca de R$ 45 mil. Segundo o Demlurb, o investimento tem valor baixo porque conta com mão de obra da própria Prefeitura.

“Os gastos são apenas para a compra de material, que vamos usar para as adequações tais como a construção de uma nova sede administrativa, já que a antiga será reformada para abrigar uma sala para pequenos procedimentos cirúrgicos. Também teremos refeitório e vestiários que são exigências das universidades para assinar convênios para estágio no local”, explicou o diretor-geral do órgão, Marlon Siqueira. O diretor-geral acrescentou que a capacidade do canil não foi ampliada, mas os 72 boxes de vivência dos cães foram reformados.

Os projetos que incluem o “Parcão”e o gatil estão programados para a segunda fase. No entanto, ainda não há estimativa orçamentária porque o projeto da política voltada para atendimento aos felinos ainda está sendo finalizado.

“Estamos elaborando a política para gatos, uma iniciativa pioneira na cidade. Depois das demandas do canil, queremos um ‘gatil’. Mas antes vamos criar o serviço gratuito de castração de gatos nos mesmos moldes do já existente para os cães. A expectativa é de assinar em julho o convênio com clínicas para incluir o atendimento aos gatos”, afirmou Siqueira.

Castrações

Outro projeto em andamento é o levantamento de animais para castração. Um teste do projeto foi feito neste ano no Bairro Pedras Preciosas. “Vamos ao local, conversamos com os moradores e identificamos os animais que são cuidados por grupos de moradores, o que a gente chama de ‘cães comunitários’. Eles foram levados para a castração nas clínicas conveniadas e devolvidos a um morador que fica responsável pelo acompanhamento da recuperação dele. Agora estamos definindo as próximas etapas da ação”, comentou o diretor-geral.

Animais encaminhados por grupos de proteção animal também têm prioridade, segundo Marlon Siqueira. Anualmente, estão previstos recursos municipais para a castração de 3.500 cães. “Temos três clínicas veterinárias credenciadas que realizam o procedimento pago pelo Município. Elas foram selecionadas a partir de uma licitação via chamamento público realizado em 2012 e recebem por animal cadastrado”, explicou. De acordo com ele, os valores serão reajustados em agosto, por isso não foram divulgados.

Fonte: G1

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