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200 aves apreendidas no Morada Nova precisarão de reabilitação

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Galos apreendidos eram envolvidos em rinhas (Foto: PM/Divulgação)
Galos apreendidos eram envolvidos em rinhas (Foto: PM/Divulgação)

Com penas de voo arrancadas, fratura nas patas e lesões na cabeça, 200 das 301 aves apreendidas nesta quinta-feira (2) pela Polícia Militar Ambiental no bairro Morada Nova, zona oeste de Uberlândia, não poderão ser soltas. Os animais receberão cuidados de criatórios conservacionistas por, pelo menos, dois meses. Os locais que receberão os animais ainda são procurados pelo Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O mais próximo capaz de abrigar as aves fica em Tupaciguara, a 69 km de Uberlândia.

Segundo a residente do hospital, Simone Sommerfeld, a triagem feita nos animais constatou lesões nas penas em 200 aves. Além disso, duas estão com fratura nas patas e algumas, com lesões na cabeça. “As pessoas que estavam com os animais, arrancaram as penas para que eles não voassem. Agora, para o completo crescimento dessas penas, as aves vão precisar ficar em algum criatório conservacionista, que possa abrigá-los”, afirmou a médica veterinária.

Aves eram mantidas ilegalmente no local (Foto: PM/Divulgação)
Aves eram mantidas ilegalmente no local (Foto: PM/Divulgação)

Com penas de voo arrancadas, fratura nas patas e lesões na cabeça, 200 das 301 aves apreendidas nesta quinta-feira (2) pela Polícia Militar Ambiental no bairro Morada Nova, zona oeste de Uberlândia, não poderão ser soltas. Os animais receberão cuidados de criatórios conservacionistas por, pelo menos, dois meses. Os locais que receberão os animais ainda são procurados pelo Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O mais próximo capaz de abrigar as aves fica em Tupaciguara, a 69 km de Uberlândia.

Segundo a residente do hospital, Simone Sommerfeld, a triagem feita nos animais constatou lesões nas penas em 200 aves. Além disso, duas estão com fratura nas patas e algumas, com lesões na cabeça. “As pessoas que estavam com os animais, arrancaram as penas para que eles não voassem. Agora, para o completo crescimento dessas penas, as aves vão precisar ficar em algum criatório conservacionista, que possa abrigá-los”, afirmou a médica veterinária.

Durante a apreensão das aves, um homem de 47 anos foi detido pelos militares, após uma denúncia por meio do número 181. O suspeito pode ser preso por seis meses a um ano pelo crime e, ainda, ser multado. Em casos como esse, o valor das multas, que são responsabilidade do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), é de R$ R$ 500 por pássaro, caso sejam aplicadas. Quanto aos galos, podem variar de R$ 500 a R$ 3 mil por ave.

Criatórios

O veterinário responsável pelo Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), André Luis Quagliatto, afirmou que é necessária a criação de mais criatórios na região e mesmo em Uberlândia, uma vez que, anualmente, o hospital recebe cerca de mil animais e não tem onde abrigá-los. “Às vezes, por falta de informação, as pessoas deixam de ajudar. O interessado em ser um criador conservacionista precisa de autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Estadual de Florestas (IEF)”, disse o veterinário.

Em tais situações, os órgãos ambientais fazem a avaliação do local e a possibilidade de o candidato manter um criatório. A partir daí, são recomendadas as adequações, com os criadouros que devem ser construídos e, depois, há a liberação do criatório.

Fonte: Correio de Uberlândia

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