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Marcos Frota, que há anos mantinha circos sem animais, diz que gosta deles no picadeiro

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Por Bruno Müller (da Redação)

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O ator e artista circense Marcos Frota durante anos manteve circos sem animais no Brasil, razão pela qual era citado e admirado pelos defensores dos animais por aqui. Era tido como referência sobretudo para mostrar como a atividade circense continuaria atrativa e viável se abandonasse o uso de animais. Mas, como quase sempre, na causa animal, há aquele momento em que os ídolos mostram seus pés de barros. Ou, como dizia Cazuza: “Suas ideias não correspondem aos fatos”.

O fato é que Marcos Frota não mantinha animais em seus circos, mas não por convicção. Em entrevista publicada em 5 de janeiro na coluna Gente Boa d’O Globo, ele diz: “Eu gosto do circo do que jeito que ele é, com bichos. Acabei de voltar da Europa e os circos tinham diversos animais. O Brasil optou por não mantê-los, talvez por ser um país tropical. Eu não vejo problema, mas acho que ainda assim o picadeiro brasileiro é muito rico sem eles.”

Há de se ressaltar que a contribuição que Marcos Frota deu para a luta pelo fim do uso de animais em circos, no Brasil, não pode ser desmerecida. Muitas vezes os indivíduos são inconscientes, ou não estão à altura dos seus próprios atos. Ainda assim, há de se lamentar a persistência dessa mentalidade retrógrada no meio circense brasileiro. A redação espera, especialmente em vista da repercussão que do filme “O Grande Circo Místico”, a ser lançado, que uma onda de nostalgia não ponha em perigo as conquistas obtidas nos últimos anos.

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  1. Humano contraditório esse, lutou pelo fim do uso de animais em circos no Brasil e volta da Europa achando legal circo com bichos. Caranguejo é que anda prá trás, Marcos, você tá regredindo, é temporário ou o fuso horário da viagem abalou os seus neurônios?

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