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Homem é preso em RR após queimar e pendurar cachorra por uma corrente

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Cachorra apresentava as marcas dos maus-tratos no dorso (Foto: Marcelo Marques/G1 RR)
Cachorra apresentava as marcas dos maus-tratos no dorso (Foto: Marcelo Marques/G1 RR)

A Companhia Independente de Policiamento Ambiental (Cipa) prendeu na noite desta quinta-feira (5) Mariano da Silva Paz, de 28 anos, por suspeita de maltratar a própria cachorra, uma filhote SRD, na residência onde mora no bairro Senador Hélio Campos, zona Oeste de Boa Vista. De acordo com o major Arcanjo, o homem foi monitorado durante dois dias após a equipe policial receber denúncias de vizinhos sobre os maus-tratos. O animal apresentava cortes e queimaduras no dorso, além de muitos carrapatos.

“Foi feita campana para que pudéssemos flagrar o suspeito. Não queríamos apenas resgatar a cachorra, mas prender o tutor por maus-tratos e fazê-lo responder pelo crime que é de menor potencial ofensivo e está previsto no código de proteção animal. A participação da população, que denunciou a tortura ao animal, foi importante para esta prisão”, esclareceu o major Arcanjo.

O policial disse ainda que ela foi maltratada e ferida no dorso com algum objeto cortante. “As costas da cachorra estavam aparentemente cortadas. Ela se encontrava em estado de abandono com cicatrizes de tortura. Mas, quem afirmará as condições da cachorra será o médico-veterinário”, acrescentou.

De acordo com o policial Talyson, Mariano Paz resistiu à prisão e foi necessário chamar reforço da PM para detê-lo. Ele ainda tentou correr.
“Quando chegamos à casa, vimos que o animal tinha queimaduras, carrapatos nas orelhas e diversas escoriações, indicando os maus-tratos. Havia uma corrente onde o tutor pendurava a cachorra. O infrator negou a tortura, além disso resistiu à prisão, por isso chamamos reforço policial para prendê-lo”, contou.

O homem foi conduzido à Central de Flagrantes 1, no 5° Distrito Policial, para prestar esclarecimentos. Segundo o delegado plantonista Domingos Sávio, por se tratar de crime de menor potencial ofensivo, ele assinará um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e vai responder pelo crime em liberdade.

A cachorra foi levada ao Centro de Zoonoses onde receberá tratamento e poderá ser adotada. Ela foi examinada na delegacia por um médico-veterinário que apresentou um laudo sobre as condições do animal ao delegado.

Fonte: G1

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  1. Excelente trabalho do delegado que fez até campana para averiguar maus tratos. Parabéns por tirarem esta vida das mãos deste insano. Agora, duro é esta pena que solta quem faz isso com um animal e em outros casos ainda devolve a guarda para o “tutor”.

  2. E como sempre, o monstro vai continuar livre, leve e solto no paisinho da impunidade e logo, logo, arranjar outra cachorra para continuar descontando os instintos sádicos dele.

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