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Alimentação ainda desperta maior interesse do mercado vegano

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André Cantu desenvolveu um ‘queijo’ vegetal vendido no restaurante Broto de Primavera (Nilton Fukuda/Estadão)
André Cantu desenvolveu um ‘queijo’ vegetal vendido no restaurante Broto de Primavera (Nilton Fukuda/Estadão)

Os foodtrucks já se consolidaram como tendência quando o assunto é refeição rápida e, de carona nessa onda, dois irmãos investiram R$ 73 mil em um veículo e o transformaram no primeiro trailer de comida vegana no Brasil. A ideia era expandir a venda de pratos congelados com os quais eles trabalhavam.

Por enquanto, em São Paulo, o DNA Vegan funciona apenas nos fins de semana. Daniele Sousa, sócia-proprietária do negócio, garante que os resultados têm sido satisfatórios. Em um único evento, ela e o irmão Juliano, que se encarrega do preparo de todas as opções do cardápio, faturaram R$ 7 mil com a venda de 500 coxinhas, 300 hambúrgueres, pizzas, bolos e outros produtos. Mas o carro-chefe do projeto dos empreendedores é a coxinha recheada com jaca verde desfiada, primeira opção a esgotar. Sempre!

Daniele e seu irmão mudaram-se de Boituva (SP) para Americana, na região de Campinas, onde conseguiram um alvará de funcionamento diário. Mas o plano é continuar participando de eventos na capital. “A nossa ideia é adaptar a alimentação vegana ao cotidiano das pessoas. Qualquer coisa que me pedirem eu faço em versão vegana”, explica Daniele.

A inovação também faz parte do cardápio e da rotina de André Cantu, proprietário do restaurante vegano Broto de Primavera, localizado no bairro da Liberdade, em São Paulo. Entre o fim de 2014 e o início do ano, o chef precisou fazer uma escolha: dedicar-se a calcular os números exatos de faturamento do empreendimento ou se debruçar sobre a alquimia de um novo “queijo” vegetal que desejava desenvolver. A segunda opção prevaleceu e hoje o seu restaurante serve o “arrepio”.

Há seis anos no comando do restaurante, o empresário tem notado um aumento contundente no interesse em relação à alimentação vegana. Tanto que ele espera conquistar novos públicos em 2015. “Em janeiro, oferecemos o primeiro curso de uma série dedicada a quem deseja manter uma alimentação mais equilibrada”, explica o empresário. A expectativa é de que o negócio cresça em torno de 10% nesta etapa.

“Algo que me deixa muito feliz é quando um cliente vem contar: ‘você me fez comer, e gostar de comer, abobrinha’”, se diverte o chef do restaurante.

Fonte: Estadão PME

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  1. É porque mal alimentados, veganos não conseguem arrastar um bonde pelos outros direitos deles por isso nosso interesse number one é alimentação sem crueldade, claro, depois o resto. Restaurantes veganos com rodas ou não, são oásis no deserto enfumaçado das churrascarias que a gente chora se parar pra ver.

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