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CCZ confirma primeiros casos de leishmaniose neste ano em Presidente Prudente (SP)

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) confirmou, nesta segunda-feira (23), os cinco primeiros casos de Leishmaniose Visceral Americana (LVA) em cães neste ano em Presidente Prudente. A doença acometeu animais dos bairros Inocoop, jardins Eldorado e Esplanada e vilas Angélica e Operária. De acordo com o órgão, três dos cinco registros evoluíram para óbito natural e os outros dois tiveram morte induzida, conforme as normas do Ministério da Saúde.

De acordo com a educadora de Saúde do CCZ, Maria Clara Sahu, embora sejam os primeiros casos de leishmaniose confirmados neste ano em Presidente Prudente, os registros positivos preocupam as autoridades de saúde.

“Juntamente com a limitação do CCZ em expandir o número de exames realizados pela falta dos referidos kits, nos traz a preocupação em relação ao controle da leishmaniose nos cães e o surgimento de possíveis casos humanos em nosso município”, explica.

Maria Clara pede para que a população fique atenta aos sinais e sintomas da doença. No animal, são os seguintes: febre, falta de apetite, perda de peso, problemas locomotores, fraqueza, caquexia, queda do pelo e crescimento exagerado das unhas, entre outros. No ser humano: febre persistente, emagrecimento, dor abdominal, anemia, apatia, escurecimento da pele e aumento do fígado e do baço, entre outros.

Sobre o diagnóstico da doença, a educadora de Saúde do CCZ diz que no cão são feitos exames laboratoriais através do teste rápido, do Elisa ou Rife. Já no ser humano é usada a anamnese, que é a investigação clínica, além de exames, que consistem em pesquisa parasitária, punção aspirativa e biópsia, entre outros.

Ela lembra que em relação à doença no animal não há tratamento preconizado pelo Ministério da Saúde e que no ser humano varia entre 20 a 40 dias.

“Além disso, após a alta hospitalar, o paciente deverá ter acompanhamento de 12 meses. É válido afirmar que a melhor forma é seguirmos no sentido da prevenção, ou seja, mantermos sempre quintais livres de folhas e restos de plantas, frutas, alimentos e fezes de animais”, conclui.

Fonte: iFronteira

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