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Em nota, Neafa nega que suspeito de envenenar cães seja administrador

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Cães que sobreviveram ao envenenamento passaram por cuidados médicos (Foto: Michelle Farias/G1)
Cães que sobreviveram ao envenenamento passaram por cuidados médicos (Foto: Michelle Farias/G1)

Em nota disponibilizada na internet, na tarde da última sexta-feira (06), gestores do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) informaram que o homem que vem sendo investigado como suspeito de envenenar 30 cães que estavam no canil da ONG, resultando na morte de 12 deles, trata-se de um colaborador da instituição, e não de um administrador como foi citado pelo promotor Flávio Gomes da Costa.

Na nota, os gestores da instituição destacam que “A referida informação não procede, uma vez que o Núcleo luta diariamente pelo bem-estar animal, salva diversas vidas e tem profissionais comprometidos com cada cão e gato que necessita de ajuda, além do trabalho de fomentação de adoções de cães e gatos com a guarda responsável e atendimento veterinário a animais de pessoas carentes ou de pessoas que abrigam muitos animais resgatados de rua”. E enfatizam que “o nome informado como suspeito não é de um gestor da ONG, mas sim um colaborador”. Veja a nota na íntegra.

Segundo as investigações da Polícia Civil, que estão sendo acompanhadas pelo Ministério Público Estadual (MP-AL), testemunhas apontaram o nome de um homem identificado como Edvaldo como o responsável pelo crime.

Entenda o caso
O envenenamento dos cães do Neafa foi descoberto na manhã do dia 25 de dezembro. Oito animais morreram no mesmo dia, outros três, no dia seguinte, e o último morreu semanas depois.

Todos os animais que apresentaram problemas de saúde estavam no mesmo canil onde foram achados, segundo os veterinários do Neafa, vestígios de alimento envenenado. A equipe de voluntários, que montou uma força-tarefa para tratar os animais, acredita que o veneno foi lançado por cima de muro que fica atrás da sede.

Na manhã de sexta-feira (26), foi confeccionado um Boletim de Ocorrência para registrar o fato na Central de Flagrantes. O caso foi encaminhado ao 4º Distrito da Polícia Civil, que ficou responsável pelas investigações.

Fonte: G1

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