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Mais de 19 mil animais já foram vacinados contra a raiva em São Vicente (SP)

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A campanha de vacinação contra a raiva segue em São Vicente até sexta-feira (31). Até o momento, mais de 19 mil animais já foram vacinados no Município. Quem ainda não levou o bicho de estimação para receber a dose, pode comparecer ao Departamento de Controle de Zoonoses (DCZ), de segunda a sexta-feira, das 9 às 16 horas, ou aos postos da campanha que funcionarão em locais estratégicos no mesmo horário. O departamento fica na Rua Catalão, 560, Vila Voturuá, ao lado do Horto Municipal.

Para o animal ser imunizado, o responsável precisa levar a carteira de vacinação. Segundo a chefe do DCZ, Patrícia Haiek, serão vacinados cães e gatos acima de quatro meses, que não estejam doentes, nem esperando filhotes. A meta deste ano é imunizar 34.722 mil animais.

Além do Departamento de Controle de Zoonoses, durante a campanha estarão funcionando postos volantes de vacinação, das 9 às 16 horas. No dia 30/10, o Núcleo Regional Samaritá (Rua Sergipe, 70 – Samaritá) e Estratégia da Família (ESF) Vila Ema (Rua 7, 10 – Vila Ema) estarão vacinando contra a raiva. No dia 31/10, a equipe do DCZ estará com posto volante no Acarau.

Para mais informações, o munícipe pode entrar em contato com o Departamento de Controle de Zoonoses pelo telefone (13) 3561-1604.

A campanha de vacinação contra a raiva segue em São Vicente até sexta-feira (Foto: Divulgação)
A campanha de vacinação contra a raiva segue em São Vicente até sexta-feira (Foto: Divulgação)

Raiva

Também conhecida como rábia, a raiva é uma doença infecciosa, causada por vírus, que afeta os mamíferos. A transmissão se dá por meio do contato da saliva do animal infectado, seja por morder ou lamber feridas abertas, mucosas ou arranhões.

Entre os sintomas, estão babar em excesso, convulsões, sensibilidade exagerada e dor no local da mordida, perda de função muscular, febre baixa, espasmos musculares, entorpecimento e formigamento, excitabilidade, perda de sensibilidade em uma área do corpo, agitação e dificuldade de engolir. A doença é fatal e atinge, em sua maioria, cães e gatos, mas também pode ser transmitida a seres humanos.

Fonte: Diário do Litoral

 

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