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Conselheira tutelar fala sobre maus-tratos e abandono de animais em Agudo (RS)

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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Programa Acontecências da última quinta-feira, 23 de outubro, contou com a participação da conselheira tutelar Daiana Beskow. Na oportunidade, explanou sobre casos de maus-tratos e abandono de animais no município.

De acordo com ela, a questão está ganhando maior proporção e as pessoas estão engajadas para uma mobilização. “Mesmo com todos estes avanços que temos e Agudo sendo uma cidade pequena, em que todo mundo se conhece, essas situações ainda acontecem, vitimando principalmente cachorros, mas também outros animais”, relatou Daiana.

Um cachorro que foi baleado com tiro de arma de pressão, na semana passada, tornou-se símbolo do início desta luta, que tem por objetivo criar uma associação no município. Há anos estão sendo realizadas reuniões, mas o grupo esbarra na burocracia. Na próxima segunda-feira, 27 de outubro, a profissional participará da tribuna livre da sessão ordinária da Câmara, para buscar o apoio dos vereadores.

Ainda na entrevista, Daiana Beskow explicou as dificuldades de se abrir uma ONG para atender estes animais maltratados e abandonados. “É complicado, por causa da questão financeira, pois a ONG só pode receber recursos do Governo após completar dois anos de CNPJ inscrito e neste período, não temos como mantê-la”, justificou.

A conselheira tutelar afirmou que os gastos com os animais vão além da comida e água. “Eles precisam de vacinas, tratamentos contra vermes, pulgas e também de atenção, pois não são um brinquedo, mas sim uma companhia para as pessoas”, acrescentou Daiana. Outra medida a ser tomada para sanar o problema seria a criação de um ambulatório para atender estes animais de forma gratuita, por parte do Governo Municipal, que sequer dispõe de um veterinário atualmente.

A protetora dos animais ainda sugeriu que as pessoas que maltratassem animais fossem punidas financeiramente, pagando pelos danos. Para que isso aconteça, é preciso registrar a ação através de fotos e vídeos, para ter provas e fazer a denúncia na Delegacia. “É um assunto que é deixado de lado, mas sempre atrai comentários e repercussões”, salientou Daiana.

Fonte: Rádio Agudo

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