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MP questiona manejo de animais soltos

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Macaco morre eletrocutado em rede de energia
Macaco morre eletrocutado em rede de energia

A responsabilidade sobre o manejo de animais silvestres soltos em Sorocaba está sendo apurada pelo Ministério Público (MP), por meio da Promotoria de Justiça de Meio Ambiente. O procedimento preparatório de inquérito foi instaurado após representação feita ao órgão pelo vereador Carlos Leite (PT) no mês passado. Na ocasião, um macaco da espécie bugio morreu eletrocutado na rede elétrica, onde permaneceu por mais de três horas sem que nenhum órgão fizesse o resgate. O ofício foi encaminhado pelo MP à Prefeitura de Sorocaba, à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O acidente com o macaco foi flagrado por uma estudante que passava pela rua Fernão Sales, na Vila Hortência, e noticiado pelo jornal Cruzeiro do Sul no dia 5 de setembro. Na época, Angélica Tavano contou que ouviu os barulhos emitidos pelo animal ao receber a descarga elétrica e, ao notar do que se tratava. O macaco foi retirado três horas e meia depois, já morto, por uma equipe da Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL).

Essa não foi a primeira vez em que um animal silvestre morre após contato com a rede elétrica. Em maio do ano passado, um macaco da mesma raça morreu depois de ser eletrocutado nas proximidades do Largo Francisco Eufrásio, no Além Ponte. Desta vez, porém, tanto o Corpo de Bombeiros quanto uma equipe do zoológico colaborou no atendimento. “Havendo dúvidas entre as esferas estadual e municipal sobre a quem cabe a responsabilidade de manuseio desses animais, nota-se a necessidade de averiguação preliminar dos fatos”, destaca no documento o promotor de Justiça da Comarca de Sorocaba, Jorge Alberto Marum. O procedimento preparatório é um instrumento legal usado pelo MP para verificar se há ou não irregularidades nas questões nas questões investigadas e, caso seja constatada a necessidade, é instaurado posteriormente o inquérito civil.

Fonte: Cruzeiro do Sul

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