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Na Vila Guilherme, moradora divide casa com família e mais de 30 animais

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Maria Reginelda Rock de Souza, 46, é uma dona de casa que prefere ser chamada de protetora de animais independente. A cearense dedica, há 12 anos, a maior parte do seu tempo no tratamento de animais resgatados da rua.

Ao todo, são 30 cães e 4 gatos que dividem a residência de Maria com o marido e duas filhas no bairro da Vila Guilherme, zona norte de São Paulo.

Tudo começou quando uma das filhas ganhou da avó um cachorro retirado da rua. Desde então, passou a recolher os animais sem lar que encontrava. Largou o emprego de promotora de vendas e foi se dedicar inteiramente aos novos abrigados.

São gastos por mês é cerca de 300 quilos de ração doados por amigos e pessoas que se sensibilizam com o trabalho. Quando necessário, vai aos veterinários e se apresenta como protetora de animais independente para ter desconto nos serviços.

Maria Reginelda Rock de Souza, protetora de animais independente, vive com cães e gatos recolhidos da rua
Maria Reginelda Rock de Souza, protetora de animais independente, vive com cães e gatos recolhidos da rua

Segundo Maria, a maior dificuldade que enfrenta é a falta de espaço. “Eu queria poder abrigar mais bichos e oferecer uma melhor qualidade de vida a eles. Tem pessoas egoístas que não se comovem com o sofrimento dos animais, têm nojo, sendo que são nossos melhores amigos”.

Entre os 30 cães que vivem na casa, 10 são de lar temporário, ou seja, pessoas que conheceram o trabalho, apadrinharam um animal e todo mês dão uma quantia financeira para suprir os gastos. Além disso, quem precisa viajar e não tem com quem deixar o animal pode hospedá-lo na casa com o pagamento de diárias.

“Eu decidi apadrinhar [a cadela] Preciosa porque já tenho três cães que peguei da rua, não tenho espaço para cuidar de outro. Por meio de uma amiga conheci a Maria, que havia acabado de receber Preciosa, resgatada das obras do Rodoanel. Levamos ao veterinário, castramos, e aos finais de semana ela fica em minha casa”, conta Patricia Roberta, 36, professora e madrinha de um dos animais.

Fonte: Blog Folha

 

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