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Indústria de fármacos abre diálogo com ativistas sobre métodos substituitivos

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Por Monica Campos (em colaboração para a ANDA)

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A Frente Antivivisseccionista do Brasil participou do I Fórum de Ensaios Pré-Clínicos, que aconteceu ontem (30/9) no auditório do SINDUSFARMA (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo). O tema “Desafios e oportunidades para a pesquisa de fármacos e medicamentos” foi amplamente debatido entre a classe científica, órgãos federais, ativistas da causa animal e a Comissão de Proteção e Defesa Animal da OAB, representada pela advogada Dra. Maíra Vélez, presidente da Comissão.
Segundo integrantes da Frente Antivivisseccionista do Brasil, o Fórum foi positivo por mostrar o ineditismo, no Brasil, da indústria farmacêutica convidar ativistas da causa animal para debater, com cientistas dos laboratórios mais importantes do país, a utilização de animais em testes.
O conteúdo das palestras dos cientistas abordou a pressão da sociedade como alavanca para a ciência estudar a utilização de métodos alternativos ou substitutivos.
Segundo Adriana Khouri, representante da Frente Antivivisseccionista do Brasil, a insatisfação da sociedade com os testes em animais tem feito a indústria dos métodos alternativos avançar. “O fenômeno social antivivisseccionista ocorre no Brasil e em outras partes do mundo, diminuindo a distância entre as descobertas do velho continente e o que chega para nós, brasileiros.”
O envolvimento da sociedade na causa animal ganhou corpo depois do resgate dos animais do Instituto Royal, que completará um ano no dia 18/10.
A ação foi um marco no ativismo animal, por ser considerado o maior resgate de animais em uma única ação.

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  1. Já passou do tempo de acabar com essa crueldade. As empresas precisam entender que os consumidores estão ficando, cada vez mais, conscientes e exigentes.

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