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Campanha de vacinação antirrábica ultrapassa meta estabelecida em Lucas do Rio Verde (MT)

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Lucas do Rio Verde

A meta estabelecida para vacinar 8.877 animais domésticos na campanha de vacinação antirrábica em Lucas do Rio Verde foi alcançada. Até segunda-feira (25), nove mil animais, entre cães e gatos, foram imunizados pela Vigilância Sanitária do município. Ainda estão previstos a vacinação em cães e gatos atendidos pela Alpatas, o que deve ampliar o número de cobertura.

De acordo com a Visa, a meta era vacinar 7.398 cães e 1.479 gatos. Entretanto, o número de cães vacinados chegou a 7.767, até ontem. Já o número de gatos vacinados estava em 1.233. Ainda conforme relatório parcial da Vigilância, 8.050 animais foram vacinados na área urbana e outros 950 na área rural.

O coordenador da Vigilância Sanitária, Kleber Fernando, informou que os índices alcançados foram satisfatórios. Ele orientou as pessoas que porventura não vacinaram seus animais domésticos, que procurem a sede do departamento, localizada no bairro Cidade Nova, para retirar doses da vacina. A campanha prossegue até o dia 30 de agosto. “Se tem alguém perdeu o dia D (quando foi realizada a campanha nos PSF’s) e não vacinou contra a raiva, pode procurar a Vigilância Sanitária que a gente está doando as vacinas. É só trazer um isopor com gelo pra acondicionar a vacina até aplicar no animal”, orientou Kleber, acrescentando que caso tenha a carteira de vacina do animal é importante trazer, caso contrário, a Vigilância Sanitária cede o documento para apontamento das doses recebidas pelo animal doméstico.

Kleber Fernando também comentou que chegaram algumas informações sobre morte de animais ocorridas após receber doses de vacina antirrábica. O coordenador da Visa assinalou que isso pode ter sido coincidência e que a vacina não provoca a morte de animais. “A vacina é um vírus atenuado, ele não causa doenças no animal. Caso ele esteja doente, o que ocorre é que não acontece a imunização completa do animal, por isso é que a gente não aconselha a vacinar animais doentes ou prenha porque a imunização é baixa, mas daí o vírus transformar em doença isso não ocorre, isso é mito”, esclarece.

Fonte: Expresso MT

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