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Ativista marca pele com ferro quente em ato contra maus-tratos a animais

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Ativista coloca marcação típica de gado na orelha em protesto contra maus-tratos (Foto: Anaísa Catucci/G1)
Ativista coloca marcação típica de gado na orelha em protesto contra maus-tratos (Foto: Anaísa Catucci/G1)

 

Ativistas de Campinas (SP) fizeram uma manifestação na manhã desta quarta-feira (20) em frente ao prédio do Fórum, próximo ao Largo do Rosário, no Centro, contra a crueldade e o uso de animais como cobaias. Durante o ato, uma estudante de enfermagem, de 21 anos, marcou o número “269” com ferro quente o braço em solidariedade. O protesto, que foi organizado por meio das redes sociais, reuniu pelo menos 100 pessoas de diferentes grupos. Elas usaram roupas de açougueiro, faixas e pintaram o corpo com tinta. A Guarda Municipal acompanhou a ação e não foi registrado tumulto.

A estudante, que preferiu não se identificar, afirma que decidiu fazer a marcação para representar o sofrimento do gado que é separado para o abate. O nome do grupo deriva de um número marcado em um bezerro que os ativistas do movimento encontraram em uma fazenda de gado leiteiro israelense. “Minha dor vai passar e a dos animais? Nosso objetivo é dar um basta nesta dor que os animais enfrentam a cada dia”, disse a ativista vegana. Foram feitas encenações para demonstrar como ocorrem os maus-tratos e uma participante costurou na orelha um brinco de plástico usado para individualizar animais.

Ativista coloca marcação típica de gado na orelha em protesto contra maus-tratos (Foto: Anaísa Catucci/G1)
Ativista coloca marcação típica de gado na orelha em protesto contra maus-tratos (Foto: Anaísa Catucci/G1)

Os participantes também usaram máscaras de porcos em apoio ao grupo que interrompeu no mês passado, uma aula prática no curso da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica (PUC) que usavam cinco porcos para fazer a técnica de traqueostomia.

De acordo com o presidente do Conselho de Defesa dos Animais de Campinas, Flávio Lamas, um dos organizadores do protesto, a ação integra outras 30 cidades no país. Para Campinas, o enfoque também envolveu os problemas estruturais da Delegacia de Defesa do Animal.

Fonte: G1

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