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Número de diagnósticos de câncer em animais domésticos cresce

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Os animais domésticos são lindos, dóceis e encantadores, a alegria da casa. Mas dão trabalho e muitos gastos. Quando ficam doentes, deixam seus tutores arrasados. O diagnóstico de câncer costuma ser dolorido tanto para o animal doméstico quanto para o tutor. A boa notícia é que hoje a medicina veterinária está muito avançada e já existem até veterinários especialistas em tratar a doença.

O diretor clínico Mário Marcondes apresenta aos tutores os procedimentos adequados para cada tipo de câncer quando os animais são diagnosticados. ”Aqui os tutores dos pacientes podem vivenciar o corpo dos animaizinhos por dentro. Então, conseguem avaliar as cirurgias que serão feitas, os órgãos que estão com algum tipo de doença. Então, a gente consegue, com didática, fazer com que o tutor tome a decisão na hora certa junto com os familiares” explica.

Com a tecnologia a serviço dos animais, um software possibilita a visualização exata de onde está o tumor, facilitando o diagnóstico e o tratamento. Os veterinários explicam com clareza para os tutores que conseguem ver os órgãos, tecidos, músculos, e até as células cancerígenas. “Sempre é importante a gente tentar o mais cedo possível, o diagnóstico. Hoje em dia, a gente tem muita tecnologia desde tomografia, ultrassonografia que avalia fluxo sanguíneo destes tumores, a gente consegue com o raio-x também digital complementar estes diagnósticos”, completa o veterinário.

Tequila tem seis anos, faz quimioterapia e colhe bons resultados do tratamento. Ela se recupera de um câncer no céu da boca. Manuela Oliveira Ferreira, sua tutora, conta que percebeu diferença no apetite e no comportamento da cadela e que a levou a uma clínica veterinária, onde foram feitos exames que confirmaram o diagnóstico de câncer. Tequila passará a ter um acompanhamento mais rigoroso conforme o decorrer da doença.

Idosos

Casos de câncer são diagnósticos cada vez mais frequentes entre animais idosos. Na terceira idade, metade dos cães doentes têm câncer. São tumores de Pele, nos órgãos vitais e nos gânglios.

Teco teve uma sentença de morte no primeiro diagnóstico. Regiane Duarte, sua tutora, conta que a veterinária não a incentivou a operar o cão. Inconformada, ela buscou outra opinião. Apesar da retirada do baço do animal, ele ainda tem câncer no fígado. Faz exames de rotina e um tratamento pesado com medicamentos. A recuperação foi boa e em 15 dias, o animal já estava correndo e brincando. Regiane conta ainda que os gastos com Teco dispararam. Ao todo, ela já gastou cerca de 8 mil reais.

O boxer Sheik tem câncer de pele e a indicação da veterinária foi remoção cirúrgica. Seu tutor, Victor Folchi Amorim, tem os gastos com o cão bem calculados. Ele gasta em média, R$ 350,00 por mês entre gastos médicos, alimentícios e higiênicos. Mas, com os problemas de saúde, esta conta vai aumentar. Entre exames, consultas, remédios e até uma possível cirurgia, Vitor deve gastar 4 mil reais.

No Brasil os melhores hospitais veterinários cobram caro por exames e tratamento. Uma tomografia computadorizada custa, em média, mil reais.

Dinheiro a aperte, a cura do câncer pode estar no diagnóstico precoce. Maria Cecília Fleury Curada, veterinária, conta que com a tecnologia de hoje, o diagnóstico não assusta tanto. As possibilidades de tratamento são grandes e podem promover a cura do animal.

Fonte: R7

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  1. Tenho presenciado varios casos de mortes por cancer em caes cada vez mais novos.
    ****Será não podemos atruibuir isso as rações transgênicas?
    Tenho medo.. que São Francisco proteja nossos animais.

    1. Acho que não, que eu saiba não existem dados sérios(quantidade e qualidade) p/ respaldar essa hipótese. O que acontece na minha opinião é que como os animais de estimação vivem cada vez mais tempo, por varios motivos, por tabela aumenta a incidência de neoplasias também. Em humanos é o mesmo, pessoas de 70 anos p.exemplo tem MUITO mais chance de desenvolver vários tipos de cancer que alguem de 30anos. Quanto a animais jovens, como os meios de diagnóstico estão mais popularizados (e baratos) então casos que antes passariam em branco(e o animal morreria) são detectados. Quanto aos transgenicos, os cereais, massas, biscoitos …. feitos c/ eles são consumidos p/ nós e não se sabe de aumento de aumento de casos d canceres por isso.

  2. Estes tratamentos caros são para os animais de pessoas de um poder aquisitivo elevado, pois os animais dos pobres com certeza morrerão com câncer.
    Mesma situação dos seres humanos. Infelizmente.

  3. o duro e q muitos como eu,nao possuem tantos recursos financeiros,para tratamentos caros…e aqui em Curitiba não tem ainda hospital veterinário publico…

  4. Não sei se é so poe estarem vivendo mais que isso acontece, mas acho que as raçoes s~~ao as maiores responsáveis por isso,tem reçoes que os veterinários n~~ao indicam, até as famosas, é tudo industrializado e quem garat que o que eles informam é verdadeiro, afinal sempre o dinheiro fala mais alto, não sei se xiste um controle de qualidade externo.

  5. Tivemos um Boxer com 12 anos, diagnosticado com Osteosarcoma, Câncer nos ossos.
    Com muito pesar, tivemos que fazer a eutanásia. Ele já estava se mordendo de dor e com 12 anos não valia a pena amputar sua pata para uma sobrevida de uns 06 meses.
    Agora estamos com outra Boxer, 04 anos. Diagnosticada com Tumor Cerebral há 07 meses. Devido ao local deste tumor, não é indicado cirurgia.
    Está cega, com bastante dificuldades no equilíbrio, perdeu bastante peso, alterações no temperamento. Há dias que caminha compulsoriamente e outros em que não quer nem levantar.
    É muito nova!

  6. pode ser a raçao mesmo…ou a genética de cada animal,nao sei,dificil se ter certeza sem ser veterinário,e sem se fazer um estudo melhor da doença e da alimentação,pra ver se tem mesmo uma relação…so não entendo o porq de se fazer raçao com transgênicos…se faz mal ao ser humano,com certeza também ira fazer mal aos animais…eu estou com a minha gatinha de 8anos com câncer de mama,confesso q estou bem preocupada,pois estes tratamentos são caríssimos,e eu não tenho muito dinheiro,estou meio desesperada,pois tenho muito medo q ela morra,mesmo eu gastando um dinheiro q eu nem tenho…mas,vou tentar ao menos,e rezar pra q Deus não a leve de mim,pois vou sofrer muito…ela e a gatinha mais mansinha q eu já vi,nao merecia ter ficado doente,se eu pudesse,teria trocado de lugar com ela…so pra ela não ter q sofrer,o mesmo q eu faria pelos meus filhos se pudesse…

  7. Também fico muito preocupada com a qualidade das rações.
    Tenho observado o aumento de problemas renais e hepáticos nos animais.
    Será que a ANDA tem condições de realizar uma avaliação na qualidade das rações e das vacinas.
    tenho um cachorrinho que depois de ser vacina quase morreu.

  8. OBVIAMENTE o aumento no número de câncer nos cachorros é consequência da atla industrialização + transgenização das rações. Esse argumento de que, não, é porque agora temos mais recursos para diagnosticar a doença é totalmente ingênuo, segundo minha visão. Esse médico francês foi pioneiro em uma pesquisa séria sobre transgênicos e confirmou que os ratos, alimentados por um ano por milho transgênico da Monsanto, desenvolveram inúmeros tumores, sendo os das fêmeas mais comuns em locais diferentes que os machos. http://www.gmoseralini.org/en/

    1. A pesquisa citada foi publicada em 2012 em um periódico ciêntifico chamado ‘Food and Chemical Toxicology’ porém no final do ano passado eles se retrataram e retiraram/cancelaram o artigo p/ ter muitos “furos”. Até o momento não existe nenhuma pesquisa(séria) mostrando que os principais cereais genéticamente modificados causem algum problema(incluindo cancer) em animais ou humanos. A verdade é que não se sabe ainda nem se os casos estão aumentando em cães, muito menos se uma possíivel causa desse hipotético aumento seria algum componente de rações.

      1. Concordo com o trecho abaixo – os GMO´s tem tudo para afetarem de maneira negativa o DNA/RNA de humanos e animais; mas não se pode atribuir a ocorrência desses sintomas totalmente à semente, pois temos também ar poluído, ingestão de resíduos plásticos, metais pesados, etc. Na “”dúvida”” certamente o indicado é não “votar” nas rações com o famigerado T, pois não é um caminho bacana, mas apenas outra “armadilha” de nosso progresso rumo a uma saúde prolongada mas apoiada em medicamentos..

        http://www.gmfreecymru.org.uk/pivotal_papers/pet_food.html
        -> “In the creation of GM crops like corn and soy bean, novel proteins are created that can cause allergies and assault the immune system creating illness, especially to the offspring of mothers fed such foods, and to their young fed diets containing GM ingredients. The genetic modification of such food crops can also alter their nutrient content, lowering phytonutrients, may elevate potential toxins, and also create novel RNA variations. The latter are not destroyed by digestion and so called micro RNA has been found in mammalian tissues where they can exert influences on gene expression and therefore affect health across generations, ( Zhang et al, 2011). These kinds of problems are in part due to the inherent genetic instability of GM plants that can result in spontaneous and unpredictable mutations, (Wilson et al 2006).
        Controlled laboratory animal studies, like those summarized by Pusztai et al (2003), Domingo (2007) Smith (2007) and Fox (2011), are too often dismissed as not being relevant to real-life conditions, and if there were adverse health consequences, they would be readily diagnosed since GM crops and foods are now being grown and consumed globally. But a simple diagnosis pinpointing GM factors is not easily made because of all the many variables in food constituents and environmental and other disease co-factors.

        1. Concordo c/ o texto em termos gerais, mas destaco o números de vezes em que ele usa a expressão PODE(‘can’ e ‘may’).

          “Poder acontecer” não quer dizer que de fato irá acontecer frequentemente ou mesmo acontecer alguma vez. durante o intervalo de vida médio de um humano (ou cão p. exemplo).

          Para isso servem pesquisas(sérias) , que devem detectar, explicitar e mensurar os riscos de determinado procedimento. Dai eu repito: não existem pesquisas sérias, aceitas pela comunidade ciêntifica, que mostrem que cereais genéticamente modificados oferecem algum risco.

          Não sou defensor incondicional de nada, se algum dia ficar demonstrado algo é outra história…

          Mas até agora isso não aconteceu.
          Abraço

      2. Oi Michael, com relação ao Seralini, não foram eles mesmos que se retrataram a tirar o artigo. O Food and Chemical julgou alguns pontos da pesquisa inconsistentes (o tipo dos ratos usados é propenso a desenvolver tumores (??) e resolveu excluir o artigo sem um acordo com a equipe científica. A Wikipedia cita: “In November 2013, Food and Chemical Toxicology, the journal that published the 2012 paper, announced that it was retracting the paper, after the authors refused to withdraw it.[6] A carta do periódico alegando o fato está aqui; e sinceramente; tem toda o jeito de veículo científico se cag*ando de medo de multinacionais, pois nem traz um argumento decente para a ação…O caso desse cientista virou filme e livro, e ele, com toda o merecimento de um cientista que vai contra a maré, tem grupos de apoiadores no mundo todo. http://www.elsevier.com/about/press-releases/research-and-journals/elsevier-announces-article-retraction-from-journal-food-and-chemical-toxicology

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