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Petição reúne 60 mil assinaturas contra testes em animais, na Nova Zelândia

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Por Luana Sato (da Redação)

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Mais de 60 mil pessoas anunciaram oposição aos testes em animais, realizados na produção de drogas recreativas legais, afirmam as organizações de defesa dos animais SAFE, New Zealand Anti-Vivisection Society (NZAVS) e o Royal New Zealand SPCA, da Nova Zelândia. As informações são do Scoop Media.

Uma petição enviada à Câmara dos Vereadores, que reivindica o fim destes testes, recolheu mais de 60 mil assinaturas em aproximadamente um mês, o que indica a forte oposição pública com relação aos danos causados aos animais na fabricação das substâncias. No dia 21, n período da tarde, os três grupos e simpatizantes acompanhados por cães, incluindo cães resgatados de laboratórios, apresentaram a petição nas escadarias do Parlamento, solicitando ao governo especificamente a proibição da experimentação animal nessas drogas. As organizações dizem que as contestações públicas contra esses testes cruéis têm sido avassaladoras.

A entrega da petição ocorrereu, apesar de ter sido recusada uma semana antes pelos membros do partido nacional na comissão especial de saúde, ao ouvir as propostas referentes às experimentações durante as audiências sobre o projeto de lei de substâncias psicoativas.

“A comissão não está somente perdendo a oportunidade de impedir o sofrimento desnecessário de cães e ratos, como também a de ouvir um número significativo de neozelandeses que querem claramente o fim da prática.” afirmou o diretor-executivo da SAFE, Hans Kriek.

“O ato desnecessário de conduzir experiências em animais é repugnante para nós, e isto, aliado ao fato de que a população e os animais não estão sendo ouvidos, provocou condenação pública generalizada, e com razão”, diz Bob Kerridge, o Presidente Nacional do Royal New Zealand SPCA.

“É essencial que essa questão seja apontada na legislação que está sendo tratada agora, pois é a única maneira de impedir que as drogas sejam testadas em animais. Não é possível que uma emenda à lei pró bem-estar animal possa fazer isto, uma vez que abrange apenas testes realizados na Nova Zelândia. O governo precisa escutar os eleitores e não ignorar essa questão,” diz Stephen Manson, porta-voz da NZAVS.

Os testes em animais consistem em força-los a ingerir substancias para depois serem mortos e terem seus órgãos internos examinados. Membros do SAFE, NZAVS e SPCA disseram que os testes são cientificamente falhos e eticamente inaceitáveis, já que os níveis de dor e sofrimento são altos. Esse tipo de experiência fornece resultados insuficientes quando comparados aos muitos, e mais modernos, testes que poderiam ser realizados sem animais.

Como informantes foram impedidos de aparecer durante a comissão em Wellington, o SAFE, NZAVS e SPCA se unirá ao Partido Verde em uma audiência para que as propostas dos defensores do bem-estar animal, sobre a legislação das pílulas recreativas, sejam escutadas.

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  1. CIÊNCIA COMPETENTE NÃO USA ANIMAIS NAS PESQUISAS
    Na Inglaterra, desde 1876, quando foi promulgada a Lei de Proteção aos Animais, não se usa mais animais nas aulas de formação de médicos, veterinários e farmacêuticos, nas Universidades.
    Para que repetir essas práticas TORTURANTES para os animais e alunos, se elas podem ser substituídas por vídeos aulas.
    Pelo fim da escravidão, exploração, abandono e abusos a animais! Compartilhe!
    By the end of slavery, exploitation, neglect and abuse of animals! Share!
    http://www.youtube.com/watch?v=Uxxj9GRbyBE

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