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Protetores pedem providências sobre animais abandonados em Maringá

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Os vereadores Carlos Mariucci (PT), Humberto Henrique (PT), capitão Ideval (PMN), Ulisses Maia (PP) e Carmen Inocente (PP), acompanhados dos protetores de animais se reuniram na segunda-feira (4) com o secretário de Saúde de Maringá, Antonio Carlos Nardi.

O grupo apresentou-lhe uma lista com 10 ações que consideram urgentes para ajudar a resolver o problema dos animais abandonados, doentes e vítimas de maus-tratos. Entre as reivindicações estão a utilização de R$ 200 mil do dinheiro economizado pela Câmara de Maringá no ano passado para um novo chamamento público para a contratação de mais clínicas veterinárias para a castração de animais; campanha educativa sobre guarda responsável, com verba de publicidade da secretaria de Saúde; cadastro de animais pelos responsáveis pelo Programa Saúde da Família; contratação de veterinários por meio do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF).

Outros pontos de destaque são a criação de uma ouvidoria municipal para denúncias de maus-tratos; liberação de R$ 200 mil para tratamentos emergenciais; cumprimento da lei dos maus-tratos e discutir com o secretário Nardi sobre a utilização do R$ 1 milhão destinado ao Centro de Controle de Zoonoses.

O secretário explicou que algumas ações podem ser feitas pela secretaria, como, por exemplo, campanhas sobre posse responsável, já outras não podem por não serem de responsabilidade da Saúde, por exemplo, o tratamento de animais atropelados. Nardi irá responder por escrito ao documento.

O grupo de trabalho formado por vereadores e protetores se reúne novamente na sexta-feira (8), às 17h, no Plenário Horácio Raccanello Filho.

Fonte: O Diário

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  1. Se o tratamento de animais atropelados não é da competência da Secretaria de Saúde do Município, quem responde por ele? O Departamento de Trânsito? Ora! Então ninguém responde não é mesmo? Atropelados humanos vão para um hospital, mas atropelados não-humanos vão direto para o caminhão do lixo? Bem humano esse tipo de tratamento. Só humanos podem ter conceitos tão discriminadores quando falta respeito pela dor e sofrimento dos animais!

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