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Macaco bugio é resgatado em residência no Paraná

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Um macaco bugio foi capturado na quinta-feira (28) no bairro Uberaba, em Curitiba, após três dias andando por algumas árvores e terrenos da região, que fica próxima a um local de mata. O animal estava exausto e hostil, segundo o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (Força Verde), e foi encaminhado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), em Tijucas do Sul.

O aparecimento do macaco em um terreno do Uberaba movimentou moradores da região que, segundo o tenente Marcos Cesar Paluch, do Batalhão de Policia Militar Ambiental, pediam pela captura do animal. “Ele acabou estressado e agitado depois de quatro dias e foi pego após cair de uma árvore. Depois disso, foi levado para tratamento no Cetas”.

Na terça-feira (25), uma moradora da região do Uberaba pediu para que a Força Verde viesse até o terreno resgatar o animal. “Informamos que não fazemos captura nessas condições porque ele está perto do habitat natural. Só fazemos a captura quando ele está em situação de perigo ou oferece perigo”. A moradora foi orientada e informada, segundo o tenente, que não poderia alimentar o animal.

Porém, Paluch explica que por causa da modernização e de a notícia ter se espalhado pelas redes sociais da internet, muitos moradores, curiosos com a situação, foram até o local e começaram a “cercar” o macaco. Com isso, os policiais decidiram tentar a captura do macaco, que, acuado, fugiu. “Esse cerco feito por moradores deixa o animal nervoso”, explica.

Ele reapareceu na quarta-feira (27), mais perto da mata, ainda no Uberaba. Segundo o tenente, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) fazia o monitoramento do animal. Na quinta-feira (28), durante a tarde, por causa do cansaço do macaco, que já estava exausto e hostil, segundo o policial, o bugio caiu de uma árvore e foi capturado com o uso de uma rede pelos policiais.

“É importante que as pessoas saibam que quando encontrarem um animal destes não devem acuá-lo. Abram uma porta, um portão, ou janela, para que ele saia. Com o avanço da urbanização, é cada vez mais comum esses animais se aproximarem das casas”, alerta o tenente.

Fonte: Bonde

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