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Abrigo reabre após denúncias de rinhas e crueldade contra cães

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Por Natalia Cesana  (da Redação)

Foto: Reprodução/Chester News

Próximo a completar seis meses que denúncias de crueldade animal e promoção de rinhas com cachorros foram feitas, Sam Parker, xerife de Chesterfield, na Carolina do Sul, nos EUA, devolveu o controle do abrigo animal para o condado, segundo informações do jornal Chester News. Parker fez o anúncio nesta quarta-feira, dia 31 de agosto, dizendo o governo tem o maior interesse em administrar o abrigo.

No começo do mês de agosto, quatro funcionários foram demitidos depois de terem tirado licença administrativa por vários meses.

O abrigo de animais tem sido investigado pela Divisão de Aplicação de Leis da Carolina do Sul e pela Procuradoria Geral da República depois que denúncias de que os animais eram mortos baleados na cabeça, uma forma de eutanasiá-los, começaram a chegar em março.

As afirmações dão conta de que os funcionários do abrigo atiraram em aproximadamente duas dúzias de cachorros antes de jogar os corpos em um aterro sanitário. Um voluntário que trabalha no abrigo diz foram desenterrados dois cachorros deste aterro, ambos baleados na cabeça. Mas o xerife Parker disse acreditar que o número seja exagerado e que estão sendo investigadas apenas seis mortes.

Um mês depois, novas denúncias foram feitas sobre rinhas com cachorros que estariam ocorrendo dentro do abrigo, mas Parker disse que as alegações eram falsas.

No comunicado divulgado pelo xerife, ele diz que conversou com os xerifes dos condados vizinhos e ao redor da Carolina do Sul e ficou claro que xerifes geralmente não são responsáveis por abrigos animais.

“Eu sou responsável por fazer cumprir as leis deste Estado. Muito da nossa atenção tem como foco o abrigo animal de Chesterfield e as ações que resultaram em tumultos para muitos”, afirma Parker. O xerife disse ainda que continuará a cumprir todas as normas estaduais ao que se refere à crueldade animal.

“Eu continuarei a promover a aplicação das leis em favor do animais da Carolina do Sul. Eu prometo minha total cooperação para garantir que atos de crueldade e negligência sejam investigados. Se necessário, os infratores serão cobrados e processados nos termos do Código das Leis Carolina do Sul”, disse Parker.

A Procuradora Geral divulgou seus resultados sobre o caso e conclui que é necessário para o abrigo que sejam feitas mudanças nos próximos anos.
A instituição ficou fechada por quase um mês depois que as investigações começaram.

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