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Duas tartarugas são encontradas mortas em Maceió (AL)

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A equipe do Instituto Biota de Conservação foi acionada, quatro vezes sábado (9), depois que tartarugas foram encontradas mortas na Orla Marítima de Maceió (AL). No total, quatro foram encontradas, mas apenas duas poderam ser periciadas pelos voluntários, por conta do grau de decomposição da outras duas. Voluntários da Biota foram acionados por banhistas que encontraram as carcaças dos animais.
Divulgação/ Biota

A primeira foi encontrada na tarde de sábado na Praia da Pajuçara. O Grupo da Biota, formada pelo estudante de Biologia, Sérgio Ricardo; o voluntário, Oscar Kadique; e o biólogo, Bruno Stefanis –, respondendo ao chamado de banhistas, encontrou o animal, da espécie Chelonia Mydas, popularmente chamada de tartaruga verde. Segundo a equipe da Biota, o animal se tratava de uma fêmea de 68,5 cm, que já estava em estado avançado de decomposição.

A equipe enterrou o animal no local, fora da linha da maré. O lugar foi devidamente marcado com GPS para no futuro resgate da ossada do animal. Antes de enterrada, o material biológico da tartaruga foi coletado para estudos científicos.

Divulgação/ Biota

Já no final da noite do sábado, mais uma vez a equipe do Instituto Biota de Conservação – composta mais uma vez por Bruno Stefanis e Sérgio Rickardo, com auxilio dessa vez dos voluntários Gisele Oliveira, Leonardo Leão e Erivânia Araújo – foi acionada à Praia da Ponta Verde, onde banhistas encontraram a carcaça de uma tartaruga Oliva, macho, da espécie Lepidochelys olivacea, com cerca de 90 cm de comprimento.

O Instituto Biota de Conservação vem atendendo a ocorrências de encalhes e resgates de tartarugas marinhas e cetáceos (golfinhos e baleias) desde 2009, respondendo o chamado da população. E, por meio de publicação científica (Bonfim, 2010) já constatou que a espécie Chelonia Mydas, como a que foi encontrada no sábado, é a de mais ocorrência de encalhe registrada em Maceió, com mais de 80% dos casos. Porém, é a primeira vez que o Biota registrou o encalhe de uma macho da espécie de tartaruga oliva.

O encalhe do macho da espécie Lepidochely olivacea, foi registrado pela Biota pela primeira vez. Foto: Divulgação/ Biota

Em caso de ocorrências o Instituto atende pelos telefones: (82) 9115-2944, (82) 8815-0444 e (82) 9115-5516. “Obrigado à população que nos comunica as ocorrências de encalhes destes animais”, agradeceu o biólogo e presidente da Biota, Bruno Stefanis.

Além dos telefones, o Instituto Biota pode ser contactado pelo email institutobiota@hotmail.com, ou pelo site www.institutobiota.org.br.

Foto: Divulgação/ Biota

Fonte: Primeira Edição

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  1. O descaso dos pescadores é tão grande que eles não se dão ao trabalho nem de recolher os restos de redes lançadas ao mar, depois vão reclamar que não teem o que pescar.

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