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Microchip se populariza em Rio Preto (SP)

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Aparelho eletrônico do tamanho de um grão de arroz, que custa cerca de R$ 80, está sendo usado em animais domésticos para futuras identificações caso sejam roubados ou se percam dos tutores

A estudante Ingrid Marcela dos Santos brinca com a cachorra Leona, de 7 meses; a tutora instalou há um mês o microchip no animal para identificações caso se perca ou seja roubada em Rio Preto. (Sidnei Costa/Agência BOM DIA)

A tecnologia de instalar microchip em animais de estimação virou moda em Rio Preto. O aparelho, revestido em capa de polipropileno, tem o tamanho de um grão de arroz e a instalação custa R$ 80.

“O equipamento facilita o acompanhamento médico e a identificação em caso de o animal se perder ou ser roubado”, afirma a veterinária Fernanda Negrão Granato, do Napoleão Pet Center.

A estudante Ingrid Marcela dos Santos, 20 anos, está entre os rio-pretenses que instalaram o microchip em seus animais de estimação.

“A Leona é brincalhona. Tenho medo que ela se perca ou até mesmo seja roubada, por isso instalei o aparelho”, diz Ingrid.

A microchipagem é um método de identificação eletrônica permanente sem dor para o animal e obrigatório para viagens ao exterior.

A advogada Roselaine Fátima Benites, de 39 anos, está com viagem marcada para a França e pretende levar seu cachorro de seis anos para passear. “Não perdi tempo e

Como funciona

O microchip é implantado em menos de 30 segundos no pescoço do cachorro ou do gato através de uma seringa.

O aparelho traz uma sequência de dígitos que, quando identificado por uma leitora, traz os dados do tutor e do animal, inclusive sobre vacinação.

“Na coleira está gravado o site onde estão disponíveis os endereços dos pets shops cadastrados, que possuem a leitora. Mesmo que o animal tenha perdido a coleira ou até mesmo se ela for arrancada, basta passar a leitora no dorso do animal para que a sequência de números seja encontrada”, afirma a veterinária.

Fernanda diz que todos os dias pessoas entram em contato com a clínica para avisar que encontraram ou perderam um animal.

“Se o animal possui um microchip, basta levá-lo até a leitora mais próxima para que sejam encontrados os contatos do tutor. Sem essa identificação eletrônica, não tem como acabar com o problema de abandono de animais ”, diz.

Onde instalar?

O microchip em animais pode ser instalado no Napoleão Pet Center, em Rio Preto. A clínica veterinária fica na rua Independência, 3.926, Santa Cruz. Mais informações pelo (17) 3214-0932

Microchip para combater a leishmaniose

A Secretaria de Saúde de São Paulo implantou no ano passado 20 mil microchips em cachorros que vivem no interior paulista (região de Marília) para combater a leishmaniose. Os animais serão alvo do programa-piloto “Legal para Cachorro”, criado a partir da proposta de monitorar, pelos próximos dois anos, a população canina e os casos de leishmaniose.

Fonte: Rede Bom Dia

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  1. Em Curitiba custa R$9,00 a implantação do microchip. Se fosse obrigatório todos os cães com dono e sem dono serem microchipados até acredito que funcionaria mas como num universo tão grande de cães e gatos pouquíssimos são chipados, não funciona. A última coisa que passa na cabeça de uma pessoa que encontra um cão perdido e procurar uma clínica credenciada para passar a leitora. Na Inglaterra que é um país de primeiro mundo a dona só encontrou seu cachorro microchipado de pois de 18 meses. ´N o Brasil vai funcionar? Ah Ah Ah
    Não entendi muito bem a campanha “Legal pra Cachorro” uma vez que cão com leishmaniose não pode ser tratado e sim sacrificado. O Ministério da Saúde proibe que sejam tratados com remédios usados em humanos alegando embora os cães melhorem clinicamente, não são curados e podem continuar a transmitir o parasita para os insetos que o picam. Há o risco de o tratamento com medicamentos humanos promover seleção de cepas resistentes provocando grande impacto no tratamento em humanos. O ideal a se fazer é combater o vetor educando a população sanitariamente.

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