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Após pressão de ativistas, construção de fazenda de exploração de vacas é cancelada

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Por Lobo Pasolini e Giovanna Chinellato (da Redação)

Imagem: Reprodução/PETA

Depois de um ano de campanhas, e mais de 14.000 objeções registradas (sendo 6 mil da PETA UK), os planos da empresa leiteira Nocton Dairies de construir uma mega-fábrica de leite foram derrubados.

A Nocton Dairies, uma empresa de exploração de vacas para produção de leite, retirou seu pedido de autorização para construir a fazenda de leite em Lincolnshire, na Inglaterra, após uma imensa pressão de ativistas preocupados com os direitos animais. A fazenda iria aprisionar 3.700 vacas mas a intenção seria de aumentar esse número para 8.000. Desta forma, milhares de vacas serão poupadas de viverem confinadas e de serem engravidadas artificialmente ano após ano para terem seus bebês vendidos para a indústria de carne de vitelo e seu leite vendido para humanos adultos.

A questão uniu vários grupos com agendas nem sempre compatíveis: ativistas de direitos animais, ativistas de bem-estar animal, ecologistas, fazendeiros pequenos e a população em geral.

A batalha foi ganha mas a guerra ainda não. A Norton Dairies não retirou o pedido de construção de um reservatório e uma tubulação no local e nem pretende vender a terra onde a fazenda seria construída. Em uma nota a imprensa ela disse que não considerou justa a oposição aos seus planos e disse que as pessoas deveriam ficar de olho ‘naquele espaço’.

Com certeza muita gente ficará com os olhos muito atentos.

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  1. CONSIDERO uma vitória emblemática.
    VEJAM bem, simbólica, tem valor para nossa luta, os capitalistas da exploração animal estão começando a sentir nossa força.
    NÃO OBSTANTE, quando esta empresa planejou este campo de concentração animal, estava de olho numa demanda de LEITE, QUEIJO, IOGURTE etc. etc. que o povo inglês está a determinar.
    ESTA demanda de laticínios e leite integral que os ingleses estão gerando, pelo seu consumo e pela sua procura, será satisfeito por outros centros e exploração de vacas.
    AQUELES que já existem, aumentarão o número de escravas no mesmo espaço, o sofrimento delas continua tendo o aspecto de um pesadelo eterno.
    PRECISAMOS conscientizar as pessoas! É preciso que a demanda de leite, carne, ovos diminua, até finalmente acabar!
    PORÉM mesmo assim, aplaudo o resultado desta luta que conseguiu evitar a construção de mais um campo de concentração, exploração e tortura.
    NOSSA estratégia deve ser a de cercar os produtores que usam campos de concentração animal sem dar tréguas.
    NOSSO objetivo deve ser a DESINTEGRAÇÃO da indústria pecuária.
    ELA será substituida pela indústra de alimentos Éticos, de produtos vegetais e fungos, ricos em proteinas, vitaminas, sais minerais e com magnífico sabor.
    A PRODUÇÃO vegetariana de alimentos utilizará mais mão de obra humana, dará mais empregos do que os campos de concentração de vacas.
    AS VACAS confinadas não usam quase nenhuma mão de obra humana.
    ASSISTI a um vídeo em que mostra uma empresa de produção leiteira em Minas Gerais, elogiada pela sua “tecnologia avançada de manejo animal”.
    AS VACAS presas entre duas muretas, sem poder se mover, têm sugadores instalados nas tetas, por meninas que trabalham no local.
    POUCAS moças conseguem estrair uma quantidade enorme das escravas, que são levados depois para outrs locais totalmente fechados e onde comem com as cabeças enfiadas em baias pequenas.
    PRODUÇÃO de alimnetos Éticos, exigirão mais mão de obra humana, dará mais emprego e distribuição de renda.

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