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Secretarias se reúnem para discutir o caso das capivaras

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O secretário de Saúde de Campinas, Francisco Kerr Saraiva, se reuniu no fim da tarde desta segunda-feira (14/02) com representantes das Secretarias de Meio Ambiente, Serviços Públicos e Saúde para apresentar um parecer que determina o abate das capivaras confinadas no Lago do Café, em Campinas (SP).
Foto: Rogério Capela/AAN

Após o protesto de ambientalistas e de representantes do Conselho Municipal de Defesa dos Animais de Campinas, a eutanásia foi suspensa. O prefeito Hélio de Oliveira Santos disse no último sábado (13/02), através de seu twitter, que eutanásia dos animais não iria acontecer.

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) não autoriza o manejo das capivaras do Lago do Café. Segundo o Ibama, a medida iria transferir o risco de contágil para um outro local, pois os animais estão com a bactéria da febre maculosa. A única alternativa, portanto, para que outras vidas humanas fossem poupadas, é a eutanásia destes que são os maiores roedores do mundo.

Durante a reunião desta segunda-feira (14), Francisco Kerr Saraiva mostrou os documentos acumulados pela Secretaria de Saúde nos últimos dois anos para basear o argumento de que o abate deve ser feito.  ‘Eu louvo a atitude do prefeito Hélio em tentar salvar as capivaras. Mas este é um problema de saúde pública e que deve ser tratado como tal’, disse ele, referindo-se a suspensão da medida.

Nada foi decidido na reunião; as discussões sobre o assunto devem continuar. O Lago do Café, em Campinas, permanece fechado para a visitação pública.

Com informações de RAC

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  1. A solução mais fácil que sempre é adotada é a de matar. Mas em se levando em conta o direitos dos animais a sua própria vida, com certeza soluções que poupem a vida deles aparecerá e serão bem vindas.

  2. A FALA do Sr. Francisco Kerr Saraiva mostra a atitude de pessoas que se sentem especialistas em determinados assuntos e se recusam a vislumbrar quaisquer outras soluções que não sejam as que eles apresentam.
    “LOUVO a atitude do prefeito de TENTAR salvar as capivaras “mas”… Na opinião dele TEM QUE MATAR.
    NOTE-SE que ele diz que o prefeito está “tentando salvar as capivaras”.
    É CLARO que nós também estamos “tentando”, mas no que se refere ao Sr. Francisco Kerr Saraiva elas vão morrer mesmo e ninguém segura.
    AS CAPIVARAS, se forem levadas para outro ecossistema, certamente levarão as bactérias de que são portadoras diz o IMBAMA, e isto é verdade.
    ELAS precisam ser TRATATAS, há antibiótico capaz de combater a doença.
    SERÁ NECESSÁRIO sim, confiná-las longe do local infestado de carrapatos transmissores.
    TRATADAS as Capivaras, simultaneamente deve-se combater os carrapatos no ambiente.
    DEPOIS de tratadas, as capivaras poderiam ser levadas a outro lugar que as suporte no ambiente, já sem o perido de contaminar as outras.
    O AMBIENTE sem as capivaras e fechado à presença de mamíferos durante aproximadamente dois anos, ficaria livre do perigo.
    PROBLEMA de saúde dever ser combatido com TRATAMENTO, não com matança.

  3. Tratamento da febre maculosa
    A febre maculosa brasileira tem cura desde que o tratamento com antibióticos (tetraciclina e clorafenicol) seja introduzido nos primeiros dois ou três dias. O ideal é manter a medicação por dez a quatorze dias, mas logo nas primeiras doses o quadro começa a regredir e evolui para a cura total. Atraso no diagnóstico e, conseqüentemente, no início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins e pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.
    — A doença é causada pela Rickettsia rickettsii, uma espécie de bactéria que é transmitida aos seres humanos por carrapatos da família Ixodidae. Os sinais e sintomas iniciais da doença incluem o início súbito de febre, dor de cabeça e dores musculares, seguidos pelo aparecimento de exantema. A doença pode ser difícil de diagnosticar nos estágios iniciais e sem tratamento rápido e apropriado pode ser fatal.

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