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Escola de Medicina do Mississipi é acusada de torturar e matar porcos

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Por Camila Arvoredo  (da Redação)

Foto: Reprodução/Animals Change

Sendo uma das últimas escolas de Medicina remanescentes que ainda usa animais vivos para experimentação, o Centro Médico da Universidade do Mississipi está insistentemente mantendo suas práticas cruéis de ensino. O que é ainda mais triste é que a UMMC possui um centro de simulações já em uso, o qual incorpora o uso de uma variedade de modelos não-vivos do treinamento em fisiologia.

O “Comitê de Médicos por uma Medicina Responsável” pressionou com sucesso as numerosas escolas de medicina a usarem métodos alternativos no lugar de animais vivos. Só restam sete escolas que ainda usam métodos cruéis, incluindo a UMMC.

Entretanto, não será por muito tempo, caso o Comitê tenha algo a dizer a este respeito. E acredite, eles definitivamente têm.

Porcos são as vítimas favoritas nas escolas de Medicina. De acordo com a Animals Change, eles são submetidos a uma série de testes depois de serem abertos vivos. Os porcos da UMMC recebem uma série de drogas, têm cateteres inseridos em suas veias e têm seu coração massageado. Tudo isso acontece enquanto o animal está vivo – uma prática conhecida como vivissecação. Depois que o experimento é concluído, os porcos são sacrificados. Em um mês, a UMMC matará mais de trinta porcos com este método.

A UMMC ignorou repetidamente os pedidos para parar a experimentação em animais vivos, levando o “Comitê de Médicos por uma Medicina Responsável” a entrar com uma queixa junto ao “Departamento de Agricultura”. O Comitê acredita que o uso de porcos vivos para experimentação é uma violação do “Ato de Bem-Estar Animal”.

A “Associação de Estudantes de Medicina dos Estados Unidos” emendou seus princípios em 1993 e em 2007, de modo a evidenciar a quantidade de métodos alternativos que podem substituir o uso de animais de laboratório e encorajando o seu uso. As escolas de Medicina como a UMMC argumentam que o uso de animais preparará melhor os estudantes para as situações da vida real.

Entretanto eles falham na sua própria argumentação – animais por si sós não são modelos para humanos.

Ao mesmo tempo que eles se agarram em métodos antigos, a UMMC afirma que a sua missão é apoiar iniciativas modernas de educação e dentro de um ambiente seguro.

Então, qual é o porquê da UMMC insistir na experimentação com uso de animais vivos? Se 95% das escolas de medicina dos EUA estão prontas para fazer a transição, a UMMC deveria ser mais esperta e seguir o embalo. Dinheiro não é um problema, já que a UMMC gastou mais que 17,4 dólares em construção e planeja gastar 49,9 milhões em renovações neste ano.

Além disso, o Comitê de Médicos convida os ativistas a se endereçar diretamente à UMMC para pressionar pelo fim do treinamento com animais vivo. A resposta poderia ser clara: esta prática é arcaica. Se a UMMC se direcionar para iniciativas inovadoras, o uso de modelos não-animais é o futuro.

Assine aqui o abaixo-assinado para pressionar a UMMC a parar o treinamento de etudantes com animais vivos.

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  1. Se Porcos são as vítimas favoritas nas escolas de Medicina.Essas pessoas deveriam usar suas próprias mães como alternativa para esses experimentos horríveis. Isso tem que acabar de uma vez por todas !!! Vamos assinar! Pessoas que não querem de forma alguma mudar estes métodos, não são pque são bons profissionais ou professores…são pessoas sádicas, além de cruéis e doentes.

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