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Pássaro sobrevivente dos escombros no RJ é condenado a viver em gaiola

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Condenado à prisão perpétua. Foto: Gustavo Stephan / Agência O Globo

(da Redação)

Um pássaro foi retirado vivo, dentro de uma gaiola, dos escombros de um prédio após passar 11 dias sob a terra em Nova Friburgo (RJ).

O comerciante que o achou, Junior Huguein, dono de uma pet shop próxima ao local de resgate, acredita que ele tenha sobrevivido comendo lascas de tijolo e bebendo água da chuva. O que seria uma boa notícia tornou-se triste, pois o pássaro continuará sobrevivendo dentro de uma gaiola.

Nota da Redação: Aprisionar um pássaro numa gaiola é o mesmo que cortar suas asas, retirar o que lhe é mais precioso. Somente o ser humano poderia ter essa refinada crueldade, e um egoísmo que provoca repulsa ao que possui um mínimo de compaixão e entendimento de liberdade.

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  1. Gente, eu vejo cada atrocidade por aí, achei exagero essa nota. Tenho em casa uma agapórnia, encontramos filhote, perdido e sem ter como se manter sozinho. Ele vive em uma gaiola, porém tem de tudo, alimentaçao certinha, e fizemos o que a maioria não faz, infelizmente, que é NÃO cortar suas asinhas. Todos os dias, soltamos ele dentro de casa, para que possa voar e tem que ver como ele fica feliz, brinca, fica na cabeça da gente, é um amor. Esses passaros domésticos não sabem sobreviver sozinhos na natureza, sempre tem os predadores. Aqui mesmo, vi uma agapórnia outro dia perdida, e um gato tentando pegá-la. Sou contra quem corta as asas, ou deixa a vida toda jogado em uma gaiola, sem amor, sem atenção, sem cuidados…
    Espero que com esse bichinho não seja assim… que o dono saiba cuidar bem dele.

  2. Mais uma vez, minha honestidade nua e crua… O que deveria ser feito com esse passáro é soltá-lo imediatamente da gaiola. Não importa que ele não saiba comer, beber água ou se abrigar fora da gaiola. Não importa que ele não sobreviveria nem cinco minutos fora da gaiola antes de ser pego por um gato, por não ter a malícia de viver solto. Não importa, sobretudo, o fato de que ele NEM EXISTIRIA se não tivesse sido CRIADO para ser vendido e viver em uma gaiola.

    O que importa é que faríamos o nosso dever ÉTICO de soltar esse bichinho… E dormiríamos tranquilo sabendo que ele não viveu nem sequer um dia, mas pelo menos morreu em liberdade.

  3. Há um aspecto na soltura de aves,ou qualquer outro animal em cativeiro,que deve ser levado em consideração: a possibilidade de que a espécie sobreviva e se reproduza,ameaçando a existência de espécies nativas.
    As espécies invasoras são uma das grandes ameaças à manutenção da biodiversidade.
    Há que se pensar eticamente também em relação a isso.

  4. Que prazer! Achei o “honesto” de novo… O comentario da Anda foi generico, e tenho outra sugestao p/ seu codinome “desinformado”. Você sabia que existem centros de reabilitacao aptos a avaliar se a ave pode se readaptar?ja que vc esta meio “deocupado” (outro bom codinome)!!!, poderia estudar a respeito do quer criticar!
    Mas, pensando bem, em relacao a vida do passaro, acho melhor a ideia do grande Lobao: melhor viver 10 anos a 1000 do que 1000 anos a 10!

  5. Penso que todo ser vivo merece ter a chance da escolha, garanto que se este pequeno pássaro pudesse escolher, escolheria estar livre, mesmo correndo o risco de ser uma presa. Prisão perpétua que quer???.
    precisar por fim ao comércio de animais, eles não são mercadorias p

  6. Muitos pássaros não conseguem mais se readaptar à vida selvagem. Mesmo que existam centros de ‘reabilitação’, nem todos vão conseguir sobreviver sozinhos.

  7. EM CASOS ASSIM, LIGUE PARA A LINHA VERDE DO IBAMA E SAIBA ONDE FICA O CETAS (CENTRO DE REABILITAÇÃO) MAIS PRÓXIMO PARA ENVIAR O ANIMAL PARA LÁ.
    NO CETAS, BIÓLOGOS REABILITAM, VERIFICAM ONDE É O HABITAT DA ESPÉCIE E REINTRODUZ À NATUREZA.

    O que não pode é animais continuarem sendo reproduzidos artificialmente para viverem confinados e comercializados. PARA NÃO VIVER, MELHO NÃO NASCER.
    Em confinamento, ninguém vive, sobrevive.
    Pássaros em gailas, assim como qualquer animal em jaula, apresentam comportamentos apáticos e estereotipados, típicos de transtornos mentais devido ao confinamento.

  8. Não entendo como pessoas que pensam que é melhor viver confinado em zoo e gaiolas pelo simples fato de ganhar comida e ficar longe do perigo, ainda não se meteram em uma solitária em um presídeo.
    DITAR COMO DEVE SER A VIDA DE OUTRO SER É FÁCIL, NÉ.
    Cada pensamento, viu…

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