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Professor universitário defende em sala de aula a prática da Farra do Boi em Florianópolis (SC)

18 comments

Por Giovanna Chinellato  (da Redação)

A Associação Catarinense de Proteção aos  Animais (ACAPRA) recebeu dezenas de denúncias de alunos da Fundação de Administradores de Santa Catarina. O motivo foi a aula de “Ética e Responsabilidade Social” do professor Adelcio Machado dos Santos, que passou mais de 40 minutos defendendo a Farra do Boi, tentando convencer o quanto a “tradição” faz “bem” ao povo.

Ele defendeu que as crianças devem treinar desde pequenas em ovelhas e usou termos ofensivos ao criticar grupos que se opõem à barbárie. Metade dos alunos saiu da sala.

A Farra do Boi é proibida desde 1997 por um adendo à Lei Federal 9605/98, conquistado por meio de ação civil pública (recurso que parte da manisfestação do próprio povo).

Apesar dessa lei que exige um ano de detenção a participante ou autoridade que se omita a impedir a farra, ela continua acontecendo semanalmente na capital catarinense e em cidades vizinhas como Governador Celso Ramos.

A barbárie começa após horas de bebedeira, tarde da noite, em regiões de mangue e morro. Um boi comprado com dinheiro de todos é solto em uma roda de homens embriagados armados de paus e pedras que serão usados para bater no animal e perseguí-lo até a exaustão. O desespero do boi chega ao extremo de bater com a cabeça repetidamente em muros ou se afogar no mar numa tentativa de fuga.

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  1. Porque no lugar do boi, eles não colocam suas mães?
    Muito mais divertido… Cambada de doentes mentais!
    Quem participa disso e de alguma maneira acha legal, não pode ser normal, deve ter alguma psicopatia…

  2. Professor medíocre,coitado dos alunos que são obrigados a terem aula com ele.Ele estava dando aula de ética e responsabilidade social?Isso é inversão de valores morais.Só no Brasil mesmo.Se fosse num país sério estaria desempregado.

  3. Olha, trata-se de apologia ao crime, com a agravante de a apologia ser dentro de sala de aula e dirigida aos alunos da escola. Portanto, nada melhor do que a intervenção da polícia e do Ministério Público.
    Como uma pessoa pode ocupar um cargo tão belo, que é o de professor, e demonstrar tanta ignorância e falta de consciência? Por que ao invés de ensinar o mal, ele não opta por ensinar o bem? Parabéns aos alunos que se retiraram da sala, estes sim nos dão esperança.

  4. ISSO É SIMPLESMENTE APOLOGIA AO CRIME, E TEM QUE SER DENUNCIADO AO MINISTÉRIO PÚBLICO , UM VERDADEIRO ABSURDO, NÃO PODE FICAR IMPUNE,TEM QUE HAVER UM PROTESTO DA SOCIEDADE, CONTRA ESSE ADEPTO DE MAQUIAVEL!

  5. Me envergonha, como Pedagoga e Educadora, ter ciência que um profissional de Educação conduziu uma aula nesses termos.

    Tanto a se ensinar numa Disciplina de Ética e Responsabilidade Social, que me perturba saber que esse profissional tenha usado os 50 ou 100 minutos para fazer apologia a algo tão cruel, medieval e de extremo sadismo.

    Torço para que a Instituição venha a público se colocar sobre o caso e cobrar um melhor conduta ética desse profissional.

    Lamentável a todas as partes.

  6. Gostei da sugestão da Adriane Grey, aliás o povo de lá devia apoiar não é mesmo?Como pode isso partir de um professor e a aula ser sobre ética? parece até piada se não fosse trágico!

  7. Professor Universitario ou imbecil cruel assassino ,essa cara não pode mais dar aulas tem que ser demitido. porque a globo,ou outra emissora não fais uma reportagem desse canalha pra todo mundo saber o tipo de professor que seus filhos estam tendo aula.

  8. Idiotas existem no mundo aos montes.
    Admiro é a Universidade manter alguem assim ministrando aulas lá………
    E sempre achei que alguem da comunidade deveria ser o “boi”. Nada como provar do proprio “remédio”, não ?

  9. Concordo com algumas pesoas que esse professor deveria tomar o lugar do boi, só acrescentaria: um camarote para que todos seus alunos o vissem em tal situação!

  10. Profissional medíocre, como pode apoiar uma tradição tão repugnante e bárbara. Sem mencionar a cambada de moleques cachaceiros arruaceiros envolvidos nisso.

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