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Crianças que convivem com animais podem crescer mais saudáveis

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Acariciar um gato, correr atrás de um coelho, sentir o cheirinho de um filhote, ouvir os latidos de festa de um cachorro… Ações simples como essas podem estimular todos os sentidos de uma criança que convive com animais. Recentemente, a Universidade Loyola, em Chicago, nos EUA, realizou um estudo sobre os benefícios da presença de animais até mesmo nos hospitais.
O contato com bichos de estimação estimula a responsabilidade infantil, revela pesquisa americana. Foto; Ana Branco

Os pesquisadores concluíram que fazer carinho num cão pode ajudar pacientes internados a reduzirem pela metade a quantidade de analgésicos que precisam tomar. Além disso, outros cientistas norte-americanos já haviam revelado que ter um animal é um ótimo aliado contra o estresse na vida das crianças.

Na mochila, nas paredes, nas roupas, na colcha da cama, os cachorros, gatos e passarinhos são personagens constantes no universo dos pequenos. O peixe “Nemo” virou astro de filme, o gato “Garfield” já se tornou herói e o rato “Mickey”, amigo inseparável. Essa boa relação entre os bichos e o imaginário infantil não é por acaso. O contato com animais ativa áreas do cérebro relacionadas às emoções e contribui para o desenvolvimento da afetividade. Nessa relação, a autoestima e autoconfiança são despertadas mais cedo. Ter um animal requer cuidados. Orientados, claro, por um adulto, isso estimula a autonomia e a responsabilidade. A criança ainda aprende a lidar com os mais diversos sentimentos, como a frustração, a alegria e a perda, podendo entender mais facilmente a morte.

Cuidados

Depois de decidir adotar, pense que tipo de animal melhor se adaptará a sua família, para isso, considere fatores como a idade e o temperamento do animal, a idade das crianças e o tempo disponível para cuidar do novo membro peludo da família.

Para crianças de até 5 anos, ao contrário do que se acredita, não é indicado o convívio com animais muito novinhos, pois nessa idade elas ainda não têm consciência de que filhotes são muito frágeis e podem machucá-los com alguma brincadeira mais brusca. Em contrapartida, o filhote, ao ser pego de maneira desajeitada, por exemplo, pode se assustar e reagir mordendo ou arranhando a criança.

O ideal, nessa faixa etária, seria adotar um gatinho ou cachorrinho adulto, ou jovem adulto, já que esses animais são mais fortes e também porque já podemos saber ao certo qual é o seu temperamento e como ele se comporta com crianças. Além disso, é preciso ensinar as crianças, independente da idade, que animais não são brinquedos e que elas devem respeitá-los. Ensine os seus filhos a interagir de maneira saudável com o novo bicho.

Fonte: Mogi News

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