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Sacrifício de animais: desnecessário em qualquer época

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Por Giovanna Chinellato (da Redação)

Os feriados deveriam ser tempos de alegria, mas para os animais costumam ser um marco de crueldade não importa qual religião esteja celebrando a data. Por exemplo, segundo reportagem da PETA, durante o feriado muçulmano de Eid al-Adha, que aconteceu semana passada, milhões de animais, incluindo camelos, cordeiros, bodes e vacas, tiveram suas gargantas rasgadas em memória ao sacrifício de um cordeirinho por Abraão.

Os camelos tipicamente têm uma de suas patas fontrais amarrada com as traseiras, mal podendo manter-se de pé, e suas bocas são fechadas por cordas. No centro de uma roda de testemunhas, apavorados, têm a garganta cortada. Agonizando de dor, eles sangram até morrer. Felizmente, alguns muçulmanos começam a questionar a prática.

Se a forma como os animais são tratados no Eid al-Adha é chocante, por que os milhões de perus que viveram confinados e morreram na dor para a ação de graças não causam a mesma indignação? Amarrados de ponta cabeça pelas patas, mortos em uma fila de outra aves na mesma posição, com as gargantas cortadas enquanto ainda estão vivos, eles acabam numa mesa de jantar. Talvez seja hora de reavaliar todas as “tradições” que causam morte e sofrimento.

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  1. OS RITUAIS em que são sacrificados animais constituem o verdadeiro horror.
    SE PARARAMOS para observar, nenhum filme de monstro, nenhum romance de terror supera a experiência macabra de ver um ritual destes.
    NA FOTROGRAFIA observamos um bovino amarrado de modo extremamente desconfortável, pouco antes de sofrer a dor mais alucinante, que é aquela de uma faca cortando seu pescoço.
    PORQUE ele está amarrado tão fortemente?
    É QUE no momento em que usarem a faca, o animal sentirá uma dor tão terrível que se movimentará loucamente, se não estiver amarrado como está poderá ferir os carrascos covardes que estão ao redor dele.
    ISTO é o que acontece também no Brasil, nas festas de natal, que não deixa de ser um acontecimento “religioso”.
    NOS DIAS 23 e 24 de dezembro ocorre a mais dantesca orgia de matanças, porquinhos que são apenas bebês, cabritinhos ídem, cordeirinhos, frangos e muitos outros, são assassinados em fazendas, sítios, pequenos e grandes matadouros, numa pornografia de crueldade comparável apenas a esta aberração do Eid Al Adha, ao Ramadã, aos cortes para as entidades do Candoblé e à terrível matança de cinco em cinco anos, em homenagem à deusa Gadhimi, na região de Bariyapur, no Nepal.
    CREIO que ao defendermos o consumo sem crueldade, não podemos nos abster de criticar estes rituais, não podemos temer que sejamos interpretados como perseguidores de religiões.
    É UM fato notável, que estes rituais podem ser abolidos e mantidas as religiões, numerosos exemplos já existem na história da humanidade.

    Lorival Ferreira

  2. No Youtube há vários vídeos que mostram a barbárie. Percebe-se que a lâmina utilizada para o abate é cega. Tão cega quanto alguns seguidores…

    O governo britânico classificou tal ato como DESUMANO, vide tamanha CRUELDADE. Alguns animais têm uma de suas patas ARRANCADAS para NÃO FUGIR.

    Os animais, indefesos, demoram minutos para morrer. Permanecem imóveis, agonizando, para o deleite da população.

    Não como carne e não consumo produtos que realizam testes em animais.

    Sou agnóstica. Porém, não levanto bandeiras. Mas é impossível permanecer inerte perante tanta crueldade.

    Nunca censurei ninguém por comer carne. Mas repudio atos de violência contra animais indefesos.

    É cultural ? É religioso ?

    Para mim, não passa de crueldade gratuita.

    Religião que subjuga a mulher e permite atrocidades contra animais, não tem respaldo nenhum.

    Que deus é esse?

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