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Os 1,2 mil canários-da-terra apreendidos em Três Lagoas (MS) já retornaram à natureza

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Depois de alimentadas e hidratadas, as aves passaram pela contagem dos técnicos do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras). Foram contabilizadas um total de 1250 animais e não mil, como informado anteriormente pela Polícia Militar ambiental (PMA).

Os pássaros mais debilitados – que perderam penas na calda, devido às precárias condições em que foram transportados pelos traficantes – permanecem no Cras e doze morreram, provavelmente desidratados. Os demais foram divididos em quatro lotes de 300 animais e soltos, na tarde de ontem (9), na fazenda Coqueiro Alto e Cacimba de Pedra, em Aquidauana; e nas Reservas Buraco das Araras e Rio da Prata, em Jardim.

Propriedade rural em Aquidauana será o novo habitat dos canários-da-terra

A decisão de dividi-los em grupos para realizar a soltura leva em conta a preocupação do manejo da área escolhida e em garantir melhores condições de sobrevivência às aves.

“Se soltarmos todos esses canários em um só local, eles podem se tornar presas fáceis. Além disso, qualquer introdução [de animais] em um ambiente pode causar desequilíbrios. Então quanto menos modificarmos esse ambiente, melhor. A introdução de mais de mil aves numa única área onde provavelmente já existem um grupo regular desses animais poderia causar um grande impacto”, explica o coordenador do Cras, Elson Borges.

Boa condição das aves possibilitou a reintrodução no dia seguinte à apreensão

Devido à grande quantidade de pássaros apreendidos, o Cras precisou anilhar apenas parte dos canários. “Chamamos de anilhamento por amostragem. Colocamos os anéis que identificam um animal reintroduzido na natureza, em 20% das aves de cada lote. Assim será possível fazer um monitoramento visual, o que já é suficiente, pelo menos, para ter o controle se o animal persiste na área em que foi solto”, completa Borges.

Com informações do Correio do Estado

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