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Campanha antirrábica muda após efeito colateral, em SP

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Cachorros pequenos e gatos estão apresentando reações adversas intensas depois de tomar a vacina antirrábica da campanha da Prefeitura de São Paulo. A morte de um felino na zona leste, supostamente em decorrência da imunização, está sendo investigada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). O órgão admite o problema e diz que não divulga o número de ocorrências porque está fazendo uma estatística dos casos. A vacinação, que começou dia 16, já imunizou 80 mil animais.

A recomendação do CCZ é que os tutores fiquem tranquilos e continuem a levar seus animais para vacinar. A única mudança na campanha é que fêmeas à espera de filhotes não estão sendo imunizadas. Em Guarulhos, a prefeitura suspendeu a vacinação depois que 38 bichos passaram mal e três morreram.

Segundo tutores de felinos que tiveram reações à vacina, os animais apresentaram sonolência excessiva, fraqueza, vômito, náuseas, falta de apetite, febre e dificuldades de locomoção que duraram até três dias depois de receber a medicação.

As vacinas são fornecidas pelo Ministério da Saúde. Neste ano, está sendo usado um tipo diferente da utilizada em outras campanhas. Segundo o ministério, Estados do Nordeste e os que fazem fronteira com a Bolívia aplicaram a vacina com essa tecnologia em 2009 e não tiveram problemas.

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), fabricante do produto, explicou que reações podem ocorrer em 30% dos vacinados. Os casos de óbitos são bem mais raros: 0,01%. O instituto informou ainda que os gatos são mais sensíveis. “Estamos acompanhando tudo de perto”, afirmou a veterinária Ana Claudia Furlan Mori, gerente do CCZ de São Paulo.

Fonte: Estadao

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  1. Nunca ouvi falar em reações adversas em nenhuma outra campanha… Meu Deus, não é simples assim. Por mais que esse número para casos de óbitos seja relativamente baixo, esse 0,01% pode ser o seu bichinho. E essa morte faz toda diferença pro tutor. Pra eles não passam de números. É claro que o fabricante vai falar qualquer bobagem pra justificar isso. Significa que a vacina não foi bem fabricada e muito menos bem testada. O CCZ de São Paulo tem mostrado falhas muito graves em procedimentos, como vemos nos mutirões de castração. Isso acontece mesmo quando não se possui todo o pessoal preparado para o serviço e nem infra estrutura adequada.

  2. Mas o q fazer? Vacinar ou não? Estou com medo que o meu gato tenha reação e morra!
    Meu gato vive só dentro de apto e não tem contato com outros animais, há risco de contrair raiva?
    Já liguei no CCZ, e claro q eles disseram q eu tenho q vacinar, mas estou mto receosa!

  3. Eu nunca levei minha gata nessas campanhas,pq simplesmente não confio nas pessoas que fazema aplicação,muito menos na eficácia do produto.Prefiro pagar,do que ter que expor ela a isso.

  4. Mas nesse caso, o problema não é a aplicação e sim a própria vacina. Pensei em levar o meu gato numa clínica particular, mas pelo o q eu pesquisei o fornecedor é o mesmo! A mesma vacina q é distribuída pela prefeitura é a q vai para as clínicas. Ou seja, para fugir da possibilidade de reação não adianta vacinar nas clínicas.

  5. É simples, só apliquem vacinas importadas, em clinicas particulares de confiança. A diferença de valores é infima (apenas de 5,00 a 10,00), vale a pena! Vacino os meus 31 gatos com vacinas importadas, bem como meus cães. Nunca tive problemas!

  6. Completa falta de responsabilidade. Somente no penúltimo dia a vacinação foi interrompida. Ontem, meus dois gatos e um cachorro foram imunizados e logo em seguida a noticia da suspensão. De imediato os dois gatos apresentaram fortes reações, como vômitos e apatia. Hoje, 20.08, os dois gatos sequer conseguem andar. A única orientação obtida através do Centro de Zoonoses é a administrar Dipirona aos animais. E consciência dos donos que sem saber acabaram submetendo seus animais a essa irresponsabilidade, como ficam? Alguém vai ser punido? O fato mal foi divulgado, sequer há uma orientação clara sobre o que deve ser feito após o ocorrido, sinal claro de que essa porcaria nem ao menos foi testada.

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