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Parque Natural da Madeira ajuda autoridades açorianas a recuperar habitats naturais e espécies ameaçadas

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Técnicos do Serviço do Parque Natural da Madeira, em Portugal,  estão ajudando as autoridades açorianas a recuperar os habitats naturais e as espécies ameaçadas na ilha do Corvo, que pertence à reserva natural da biosfera e recebe, anualmente, centenas de aves marinhas para nidificar.

Com uma experiência de 15 anos na recuperação de habitats em ilhas desabitadas o Serviço do Parque Natural da Madeira centra-se nas ações de erradicação dos ratos e das plantas exóticas da ilha e participa do projeto LIFE “Ilhas Santuário para as Aves Marinhas”, proposto pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves em parceria com a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, do Governo Regional dos Açores.

O projeto será financiado até ao ano de 2012 por fundos comunitários, através do programa LIFE. Essa é uma iniciativa pioneira para a conservação das colônias de aves marinhas nos Açores através da recuperação do seu habitat com medidas de controle e erradicação de espécies invasoras introduzidas.

Segundo a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, a ilha do Corvo, a menor da ilha dos Açores, foi a escolhida para desenvolver este projeto pela sua localização geográfica e disponibilidade de habitat que tornam esta ilha um local privilegiado para milhares de aves marinhas que aqui nidificam todos os anos.

O Ilhéu de Vila Franca do Campo (IVFC), situado a Sul da ilha de São Miguel foi também incluído neste projeto, pois permite testar algumas das medidas de controle de plantas invasoras e de incentivo à nidificação destas aves.

O  projeto se iniciou em 2009 e, entre outros objetivos, pretende, no caso da ilha do Corvo, estabelecer uma colônia de aves marinhas baseadas em ninhos artificiais com expectativa de ocupação de 10%, fazendo um mapeamento das plantas invasoras e o controle das mesmas na reserva comunitária.

No caso do ilhéu de Vila Franca do Campo, o projeto prevê, entre outras metas, a colocação de 150 ninhos artificiais para aves marinhas, com expectativa de ocupação de 10% e limpar 50% da ilha de canas e outras espécies exóticas invasoras.

Com Informações do Jornal da Madeira

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