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Ativistas mexicanos retratam o sofrimento a que são submetidas as vacas exploradas pela indústria do leite

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Por Raquel Soldera (da Redação)

O Dia das Mães não foi um dia de comemoração para os animais, já que milhares de mães não humanas sofrem dia após dia com a crueldade a que são submetidas nas fábricas de produção de leite. Pelo fim do sofrimento dessas mães, os ativistas da AnimaNaturalis realizaram uma manifestação em uma praça lotada na Cidade do México.

O evento realizado teve como objetivo informar o público sobre o modo como opera a indústria de laticínios, e convidá-los a optar pelas alternativas da alimentação vegana, livre de ingredientes de origem animal, tais como leite de soja, de aveia ou de arroz.

As vacas são vítimas, entre outras atrocidades, da aplicação de hormônios e de inseminações artificiais. E, após o parto, são separadas de seus filhotes, para que não consumam o alimento que naturalmente lhes pertence, para que seja comercializado para o consumo dos seres humanos.

Manifestação lembrou o sofrimento das vacas (Foto: AnimaNaturalis)

Somente os seres humanos bebem leite ao longo da vida. Nutricionistas desinformados, os meios de comunicação e a própria indústria de laticínios fazem parte de uma estratégia que tem feito a sociedade acreditar que o leite é necessário, mesmo após a infância. Na verdade, este produto – que produz intolerância em pelo menos 60% da população mundial – nos torna propensos a doenças como o câncer do cólon.

Para satisfazer as nossas necessidades de cálcio, devemos optar por consumir alimentos como brócolis, milho, feijão e espinafre, que, além de serem uma decisão ética, não contribuem para o sofrimento e a crueldade de nenhuma mãe.

Com informações de AnimaNaturalis

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  1. Os benefícios que o leite de fêmeas de outras espécies poderiam ter para alimentar humanos podem ser obtidos de fontes vegetais, sem os malefícios que o leite de animais de outras espécies causam à saúde humana. Além disso, fabricar vacas para extrair o leite delas devasta o planeta, porque elas consomem alimentos nobres que poderiam servir para nutrir humanos, e tudo o que elas consomem é excretado, ajudando a formar gas metano e a diluir a camada de ozônio. Essas duas razões já bastariam para fazer com que pensássemos sobre o erro de consumir leite e derivados. Mas, há outra, de ordem moral, muito mais grave: as vacas usadas pela indústria do leite e derivados sofrem em seus corpos o desgaste de gestações sucessivas e da produção glandular quase ininterrupta. Ordenhadas mecanicamente, seus úberes inflamam. A mastite produz muita dor, acompanhada de igual quantidade de pus. Elas têm de ser medicadas com anti-inflamatórios e antibióticos. Estima-se que 1 em cada 3 vacas sofra de mastite. É bom calcular, seguindo esses números, que 1 em cada 3 litros de leite contenha pus. Como o leite de todas é misturado na hora de pasteurizar, o pus também é misturado e pasteurizado. A fraude do leite com água oxigenada e soda cáustica, que causou o escândalo há mais ou menos 2 anos omitiu do público outro ingrediente do leite: o pus, prova da agonia à qual as vacas são condenadas com a ordenha intensiva que sofrem.
    Sônia T. Felipe
    Membro da Sociedade Vegana

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