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Cadelinha com paralisia nas patas traseiras precisa de família que possa sustentá-la

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Vinícius Perez
vinicius.perez.santos@usp.br

Uma família possui em casa uma cadelinha da raça dachshund (Basset, Salsicha, Teckel) que apresenta há algum tempo um quadro de paralisia das patas traseiras.

Nos últimos meses, a cadelinha apresentou também infecção na bexiga,  a qual eles tratam mensalmente, apesar de não responder aos antibióticos.

Resumindo, a cadelinha vive bem, porém precisa de cuidados intensos e gastos mensais (condições que os tutores não estão podendo sustentar).

Portanto, se há alguém interessado nesta meiga cachorrinha, e que possa cuidar dela para que não seja necessário condená-la à eutanásia, ou se puder ajudar de alguma forma, entre em contato.

Obrigado.

Nota da Redação: A Redação da ANDA expressa e relembra sobre a importância da guarda responsável. Se um animal está doente e precisa de cuidados, assim como seria com uma criança e seus responsáveis, é de total responsabilidade dos tutores dar conta do recado. Preocupamo-nos com o destino, o bem-estar e a integridade desta cadelinha que precisa de muito amor e dedicação, no entanto, não somos favoráveis ao abandono ou à doação de animais para novos tutores, porque o animal não mais apresenta uma saúde impecável. Fica o alerta para todos os tutores que dedicam-se diariamente a animais que precisam de cuidados especiais: ao adotar um animal, somos responsáveis por eles, não devendo descartá-los jamais.

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  1. Bem, o que eu vou dizer sobre isso é o seguinte… Ela sofrerá muito se ficar longe de seus tutores, pois está apegada à eles. Será correto doá-la a um estranho mesmo que esse vá pagar todos os gastos com saúde dela??
    Ela não soferá de se ver longe de quem ama? Será que isso não a fará adoecer mais?

  2. Sobre esse assunto lembrei-me imediatamente do texto de Fernando Portela e cito: “Nunca engoli essa teoria de que “eutanásia” se faz por amor.
    Essa é a pior hipocrisia, a irônica! Coisa nenhuma! Quem ama agoniza,
    cai junto, alivia, dá a mão, sente, chora, grita.”
    Boa sorte para a cachorrinha. Se os donos precisarem poderiam disponibilizar a lista de medicamentos, assim podem encontrar muita gente que contribuiria, imaginino. Eu mesma poderia ver o que dá pra fazer. Quando a gente quer de verdade sempre acha uma saída. Abraços.

  3. Tenho um basset com paralisia nas patas traseiras. Ele é filhote da minha basset, vai completar 2 meses dia 08/01. É uma graça de cãozinho; é alegre, brinca (dentro dos seus limites), se alimenta e anda pela casa toda. Evito deixá-lo no quintal para não se machucar ou pegar infecção. Vou levá-lo novamente à veterinária para ver o que podemos fazer para ajudá-lo. Não pensamos (meu marido, meus dois filhos e eu) em abandoná-lo, muito pelo contrário, o adotamos de coração. Ele não tem culpa de ter nascido assim; o mínino que podemos fazer é amá-lo e cuidar para que ele tenha uma vida tranquila e feliz ao nosso lado.

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