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Animais de zoo interditado em Porto Velho (RO) serão devolvidos à natureza

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Os últimos animais silvestres que ainda moram no Parque Natural de Porto Velho estão prestes a sair do minizoo, interditado há mais de três anos. São aproximadamente nove bichos, entre onça, porco, macacos e uma ave. Segundo o superintendente estadual do Ibama, César Luiz da Silva, o porco-do-mato será solto brevemente pois já tem condição de sobreviver na selva, a ave mutum também será reintroduzida na floresta, os três macacos-aranha irão para um zoológico de Belo Horizonte (MG), a onça-pintada  e os macacos pretos e pregos poderão ir para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) que está sendo instalado dentro da Universidade Federal de Rondônia.

Imagem: Reprodução/Diário da Amazônia
Imagem: Reprodução/Diário da Amazônia

O minizoo foi interditado pelo Ibama por apresentar falta de condições físicas e de tratamento ao animais, e também porque local é uma Unidade de Conservação. A demora em retirar os animais, de acordo com César Luiz, deve-se à dificuldade de encontrar um lugar para os bichos e por eles serem de grande porte.

Ele contou também que os animais estão há tanto tempo no Parque Natural  porque o Ibama não tem como cuidar dos animais. “O nosso trabalho é destinar os animais e não cuidar deles, só que é difícil encontrar um lugar”. O Parque Natural da Capital foi criado em 1980 e conta com uma área de aproximadamente 400 hectares.

O superintendente do Ibama revelou ainda que a estrutura física do Cetas estará pronta até o fim do mês. “A obra está sendo feita com os recursos de compensação ambiental das usinas do Madeira e os trabalhos de construção devem ser entregues no final de novembro”. Conforme César Luiz, os recursos investidos no Cetas chegam a R$ 7 milhões. “R$ 3,5 milhões em obras e mais de R$ 4 milhões em equipamentos para ser tornar o maior da região norte”, disse.

Com informações do Diário da Amazônia

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  1. Torço muito, e diariamente, para que o Brasil seja pioneiro no término de zoos e afins.
    Jaulas minúsculas, sem devida limpeza e que nada contribuíram, até o dia de hoje, para Educação Ambiental, pedagogia ou estudo da
    fauna.
    Tanto é que o tráfico de animais aumentou, a biopirataria surgiu e o local pouco se mostra
    na área de multiplicação de espécies ameaçadas.

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