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Brasileiros presos em rinha de canários nos EUA pedem liberdade

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Foto: Reprodução/Rádio Criciúma
Foto: Reprodução/Rádio Criciúma

Num episódio de extrema barbaridade e que tomou de surpresa as organizações de proteção dos animais dos Estados Unidos, 19 brasileiros, grande parte residente de Massachusetts, foram presos em julho desse ano, em uma rinha de canários em Connecticut. Agora, 15 deles acionaram a justiça pedindo a liberdade condicional.

Durante a megaoperação, em um sítio próximo à cidade de Shelton, Connecticut, foram confiscados 8 mil dólares em dinheiro e aproximadamente 150 passarinhos. Os acusados foram presos e processados por crueldades aos animais e jogo ilegal. Na época do crime, um policial da cidade afirmou que as aves possuiam feridas nos olhos e que ficaram sob custódia do Departamento de Agricultura do Estado. Segundo o Centro Nacional de Lei da Agricultura do estado de Connecticut, quem maltratar animais pode pegar até cinco anos de cadeia e terá que pagar multa de até 5 mil dólares.

Um dos envolvidos, Massilon de Paula, de 32 anos, retornou para o Brasil, com medo de problemas com a imigração. Boatos dão conta que o brasileiro já teria sido preso pela Patrulha da Fronteira do México há uma década atrás. Outro envolvido, Gilson Gonçalves, também foi identificado como já procurado pela imigração, por possuir carta de deportação.

Dentre os brasileiros presos, estavam alguns residentes de Massachusetts: Auder Gontijo, 43 e Celco Soares, 33, de Marlborough, Welson Sales, 38 e Welson Morais, 26, de Framingham, e Waldiney Almeida, 29 anos, de Holbrook.

O tipo mais utilizado de pássaros pelos apostadores eram os canários-da-terra, que tem sua origem na América do Sul, sendo encontrados facilmente no Brasil. Aves valentes, esses canários são conhecidos pela cor amarela quando na idade adulta e normalmente, brigam entre si pelas fêmeas.

Os participantes iam até New Jersey e Massachusetts para comprar os canários, que supostamente seriam contrabandeados do Peru, em preços médios de 50 dólares por animal. Uma triagem era executada para apontar os ‘potenciais lutadores’. Os melhores podem custar até 3 mil dóalres no mercado ilegal. As rinhas promoviam até 20 brigas ao mesmo tempo.

Fonte: Rádio Criciúma

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