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PF prende mais de 80 pessoas em rinha de galo no Pará

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Arena funcionava clandestinamente em galpão em Santarém.
No local também encontrados animais mortos.

A Polícia Federal (PF) fechou uma rinha de galos durante a “Operação Espora Dourada”, realizada com apoio de fiscais do Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Força Nacional de Segurança, neste sábado (5), em Santarém (PA). Segundo os agentes federais, a arena recebia apostas do Pará e de outros estados.

No local, os policiais encontraram dezenas de gaiolas com aves e duas arenas onde eram realizadas as rinhas. Os animais usados nas disputas estavam bastante feridos. Do lado de fora, a polícia encontrou dois galos mortos.

Segundo a PF, rinha tinha até apostadores de outros estados (Foto: Reprodução/TV Tapajós)
Segundo a PF, rinha tinha até apostadores de outros estados (Foto: Reprodução/TV Tapajós)

A polícia chegou até o local após receber várias denúncias de moradores das proximidades. As 81 pessoas que participavam da rinha foram presas em flagrante. A polícia precisou de um ônibus para levar os suspeitos até a delegacia da PF. 

Após ter sido lavrado um Termo Circunstanciado, 63 apostadores foram liberados. Dois menores envolvidos foram encaminhados ao Juizado da Infância e do Adolescente da região.

Gaiolas onde ficavam guardados os galos usados nas rinhas (Foto: Reprodução/TV Tapajós)
Gaiolas onde ficavam guardados os galos usados nas rinhas (Foto: Reprodução/TV Tapajós)

Outras 16 pessoas foram autuadas em flagrante sob a suspeita de integrarem uma associação de galistas. Elas vão responder pelos crimes de formação de quadrilha e crime ambiental. Destas, seis continuam detidas no Centro de Triagem da Polícia Civil e 10 já foram levadas para a Penitenciária Agrícola de Cucurunã. 

Cerca de 80 pessoas participavam de rinha de galo (Foto: Reprodução/TV Tapajós)
Cerca de 80 pessoas participavam de rinha de galo (Foto: Reprodução/TV Tapajós)

“Está confirmada a formação de quadrilha, pois se trata de um clube, com contrato entre os frequentadores. Existia também o pagamento de mensalidade. Isso tudo está provado e não há como não autuar todas as pessoas”, disse Graça Malheiros, delegada da PF.

Rinha de galo funcionava em galpão em Santarém (PA) (Foto: TV Tapajós)
Rinha de galo funcionava em galpão em Santarém (PA) (Foto: TV Tapajós)

Fonte: G1

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  1. Vocês já perceberam que estão na contra mão da lei, que vão levar os galos a extinção pos, condenam todos a morte, que a justiça ta se deixando levar por uma mídia golpista e ignorante, que leva opinião publica a aplaudir as atitudes de cangaceiros praticadas pelo Ibama e pela policia, pois matam inocentes que só conhecem a lei da natureza, que os senhores protetores de animais estão colaborando pra essa ação por querer opinar sem ter conhecimento sobre essas aves, todos os galos apreendidos são assassinados, de todos os animais do planeta só os galos do Brasil passam por esse processo de extermínio não sejam intolerantes com os criadores que conseguem manter essa espécie mesmo com tanta perseguição, revejam seus conceitos, quem protege não mata.

  2. É tadeu relamente tens razao. Nao sou a favor da briga de galo. Mais sou contra essa acao rídicula da polícia que nao tem o que fazer e fica por ai enxendo o saco dos outros e se fingindo de boazinha. Qdo meu pai tinha sucata me lembro bem de tenente da polícia indo a minha casa pra negociar galo com meu irmao, por ser apaixonado por galos de briga.
    Esse povo ai deveria era procurar fazer um trabalho honesto,isto sim. E deveriam era cuidar o ibama de proteger nossas matas que por eles mesmo sao negocidas com os madeireiros.

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