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Angola inicia catalogação de espécies de animais e plantas existentes em áreas de conservação

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A catalogação das espécies animais e plantas existentes nos parques nacionais de Angola e algumas áreas de conservação disponíveis, inicia a partir do mês em curso, com a formação dos gestores em introdução à inventariação de recursos.

Os gestores dos parques nacionais, além de quadros dos ministério do ambiente e do Irsem, que terminaram ontem (15), quarta-feira o curso de 15 dias sob orientação de especialistas do College of African Wildlife Management, Mweka, da República da Tanzânia, disseram à Angop estarem preparados para a catalogação e localização das espécies de mamíferos, repteis, anfíbios, aves e plantas diversas disponíveis nas suas áreas de jurisdição.

O gestor do parque nacional de Bicuar, província da Huíla, José Francisco Ribeiro, acredita que com esta formação, o ministério do ambiente e não só, saberá proximamente controlar melhor a biodiversidade que o país dispõe em termos de animais e plantas.

“É um curso que precisavamos há anos, apesar de já termos conhecimentos básicos, mas de forma vazia, conseguimos aprofundar e estamos capacitados para podermos realizar as acções programadas pelo ministério do ambiente”, disse José Francisco.

Com uma extensão de sete mil 900 quilómetros quadrados, algumas infra-estruturas do parque nacional de Bicuar já  foram recuperadas há sete meses, e no seu território regista-se também a reprodução natural das espécies animais, de acordo com o gestor.

Por seu turno, o gestor do parque nacional da Cameia (Moxico), Alfredo Santos Soconhi, enfatizou a importância do curso, que no seu ponto de vista vai permitir uma maior gestão e preservação da sua fauna e flora, onde muitas espécies animais fazem o retorno ao seu habit natural, depois de terem se refugiado por muito tempo na República da Zâmbia, durante os conflitos.

“Com o apoio de outros especialistas, vamos cumprir com as orientações superiores e como gestores, iremos melhorar a administração, preservação e organização dos parques nacionais”, garantiu Alfredo dos Santos.

Sob fiscalização dos quadros do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), o parque nacional da Cameia tem uma  extensão de 14 mil 450 quilómetros quadrados, e aguarda pela recuperação das suas infra-estruturas administrativas.

No quadro do projecto de reintegração dos ex-militares, quadros do Irsem também louvaram a acção formativa, visto que vai permitir o envolvimento dos desmobilizados na fiscalização dos parques nacionais.

Para além da capacitação dos quadros, o governo de Angola através do ministério do ambiente e seus parceiros estão a  envidar esforços para a restauração das infra-estruturas dos parques nacionais, em parceria com outros setores.

Fonte: AngolaPress

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